quarta-feira, 2 de julho de 2008

Pensando e arquitetando a Internet

Por Ânderson Mendes

Web 2.0, este conceito de mídia já existe há alguns anos, e a partir deste pensamento criam-se suposições quanto ao uso dos novos recursos previstos pelas tecnologias. Mas não são somente de suposições que as mídias vêm se desenvolvendo cada vez mais, apesar dessa importância ser relativamente positiva.

Tais ferramentas da web ganharam formas pela melhor interatividade que aconteceu ao juntar em um tipo de mídia, informações de cunho pessoal, ou seja, muitas informações hoje estão providas do usuário que a arquitetou. Por exemplo: na internet, existem sites que iniciaram suas atividades catalogando endereços que usuários tivessem maior conectividade, isto numa conta pessoal feita a partir do catálogo. O Delicious, hoje, é o principal site que tenta utilizar uma construção de idéias, quase sendo um portal, mas com característica independente.

Essa gestão de conteúdo, necessariamente arquitetou outras formas de se fazer gestão, e inúmeros portais se aperfeiçoaram desta invenção para web, e de bom grado, elas vão se mostrando eficazes, pois de certa forma estas ferramentas vão associando vários tipos de mídias, mesmo não interligadas numa única página.

Esta ligação, de texto, imagens, vídeos e outros ocuparem a mesma página, foi preenchendo muitos sites, portais como o G1, da Globo.com evidencia com grande acuidade esta nova face/fase para a internet, o que se mostra, novamente, eficaz para quem gosta de maior interação, e melhores detalhes quando uma notícia lhe é interessante.

Essa nova face está com outras grandes características que foram somadas de outras mídias, como do impresso, TV, rádio, e outros... Neste caso, a nova internet procura novos caminhos (Youtube, Deezer, Blogger), ou seja, onde ela se materializar agora, tendo esse objetivo, terão de ser refeitos novos recursos para que essas mídias não estejam fadadas a falta de meios de comunicação.

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