Como muitos já devem saber no dia 13 de dezembro de 2007, a Unibrasil assinou o Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta.O que é esse termo?É a nova regulamentação da carga horária dos estagiários.Essa regulamentação fez com que a carga horário das atividades estagiarias passasse a ser de 4 a 6 horas diárias, de segunda a sexta, para a maioria dos cursos.Mas esse termo tem gerado conflito entre faculdade, empregador e aluno porque,por enquanto, nem todas as faculdades aderiram a esse termo de conduta.Segundo vários alunos da Unibrasil a oferta de vagas diminuiu,sendo assim,o caminho para o mercado de trabalho já fica estreito desde a faculdade.E me responda você.A Unibrasil está certa em intervir nos contratos de estágios?Isso facilita ou dificulta o aluno no mercado de trabalho?Segundo um dos estudantes da instituição que deu entrevista ao o porvilho do povo é VOCÊ QUEM DECIDE.Ouça a entrevista.
by Psy(Simone Vitorino)
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Respeitável público.... vai começar mais um grande espetáculo.

Uma famosa frase do mundo das artes, que diz muito para uma enorme equipe que esta por traz das coxias. Atores, diretores, produtores e uma grande equipe técnica, todos querem a platéia lotada como a maior recompensa de seu trabalho. No teatro o objetivo é tocar a alma das pessoas, é faze-las de fato refletir ou se emocionar. O trabalho de divulgação de um espetáculo começa com a assessoria de imprensa se integrando ao grupo e uma longa e planejada distribuição de materiais gráficos como cartazes, bônus e convites.
A assessoria de imprensa no ramo do teatro é uma peça fundamental para esta magia acontecer. Esse é o responsável por lotar ou não a casa. A produtora Selma de Freitas nos ressalta a importância deste profissional e comenta “No meu grupo de teatro só contrato assessor de imprensa que é jornalista, esse profissional tem que ser bem relacionado nos meios de comunicação, tem que ter respaldo para negociar espaços na mídia e ser ótimo no texto.”
Uma área que exige dedicação, o assessor tem de assistir aos ensaios, a marcação da peça e ter o texto bem assimilado, pois esse é o ponto de partida para um resumo de peso que chame a atenção da mídia. “Quando contrato um profissional para fazer a assessoria de imprensa do meu projeto, exijo que ele esteja presente na pré- produção onde começa a ser costurado o espetáculo. Assistir os ensaios e acompanhar o andamento de cenário e figurino, é importante para que ele consiga levar a magia até os meios de comunicação.” Comenta Mariana Silva produtora do grupo de teatro “Os Amigos” que atua em São Paulo.
Os amantes das artes e jornalistas encontram na assessoria de imprensa do teatro uma grande oportunidade de juntar o lúdico e o real, o mágico e o concreto e principalmente ser recompensados com a platéia lotada. Sergio Borges da editoria de cultura de um jornal de Joinville ressalta “O bom assessor de um grupo de teatro, chega sempre até nós com muita antecedência, é necessário que ele domine o projeto, que nos faça acreditar que vale a pena deslocar uma equipe para realizar uma matéria sobre o espetáculo.”
No mínimo a assessoria coloca o espetáculo na programação de teatro dos principais veículos de comunicação da cidade. Mais é pouco, o trabalho bem elaborado de um assessor tem que conseguir destaques de programação, uma capa na editoria de cultura, uma chamada na televisão, chamadas diárias no rádio, quanto mais melhor, é assim que se lota um teatro. Com certeza um bom espetáculo depois de uma grande divulgação, terá o teatro cheio.
No mínimo a assessoria coloca o espetáculo na programação de teatro dos principais veículos de comunicação da cidade. Mais é pouco, o trabalho bem elaborado de um assessor tem que conseguir destaques de programação, uma capa na editoria de cultura, uma chamada na televisão, chamadas diárias no rádio, quanto mais melhor, é assim que se lota um teatro. Com certeza um bom espetáculo depois de uma grande divulgação, terá o teatro cheio.
O caminho das pedras para o "estrelato"
Por Gisleine Moreira
Willian Bonner, Fátima Bernardes, Pedro Bial, Sandra Annenberg, Ana Paula Padrão, são nomes conhecidíssimos do jornalismo nacional. São pessoas que muitas vezes impressionam os aspirantes a jornalistas, e fazem eles buscar um mundo glamouroso que só existe na cabeça de quem está de fora da profissão.
É comum observamos os calouros almejando uma vida de sucesso na televisão com muitos brilhos e holofotes. Mas a verdade é que o caminho para chegar até ao topo é penoso, com muitas pedras e espinhos no decorrer da sua existência. Ora meu amigo! Não pense que se hoje você está na faculdade, amanhã estará nas bancadas da rede Globo.
Alguns estudantes recém formados procuram se especializar para melhorar a sua formação e atuar na área com mais bagagem cultural, enquanto isso, utilizam-se de “bicos” para poder manter seus estudos. Um exemplo é a Ana Paula Brixel, formada há um ano pela UniBrasil, ela se especializou em análise ambiental pela Universidade Federal do Paraná. E se prepara para entrar no mercado de trabalho atuando na área de jornalismo ambiental. Mas enquanto ela não entra no mercado de fato trabalha no restaurante de sua família. “Não pretendo trabalhar muito tempo com isso, minha vida é o jornalismo” declara.
Ela ainda acredita que será uma profissão que jamais acabará além de ser de extrema importância para a sociedade. “Jornalismo é um sonho, que realizarei assim que começar a atuar, e também um grande amor, daqueles que vivem com a gente para sempre, além de ser uma profissão que exige muita competência, seriedade e comprometimento” encerra.
Mas não são todos os estudantes que pensam assim e correm atrás do que querem, alguns simplesmente abrem mão do mercado de trabalho, porque não tem os famosos QIs (Quem Indica) e por isso se acham inferiores aos demais, não por uma questão de competência, mais sim de network (rede de ralacionamentos).
Para Marcio Cordeiro Oliveira Junior, recém formado na Universidade Federal de Alagoas, os chamados network são importantes, porque se precisa conhecer pessoas, se relacionar, trocar experiências. Pois segundo ele, é nesse relacionamento que seremos lembrados. “É uma construção profissional e de vida. E eu o faço. Um dia podem pensar que eu posso suprir um determinado espaço. Precisamos ser mais empreendedores e estrategista à alienado e ortodoxo” explica.
São poucos os casos de profissionais que saem da faculdade empregados. Trabalhando e ainda cuidado dos preparativos da formatura, Marcos Nakamura, formado pela UniBrasil, deixa um conselho para os que estão ingressando na carreira. “Jornalismo não é só Televisão, Jornal Nacional e Globo. Ilude-se quem acha isso, o mercado é muito maior, ter um projeto de vida profissional é importante, mas, ter os pés no chão é melhor ainda. Aproveite ao máximo os quatro anos, serão os melhores da sua vida, descubra tudo que o jornalismo pode te proporcionar, experimente, converse, conheça as redações, veja como é o dia-a-dia de um jornalista e principalmente, se dedique naquilo que gosta de fazer, seja qual for o veículo de sua preferência”.
Portanto caros colegas se a intenção era virar estrelinha pop do jornalismo assim que saíssem da faculdade pensem bem, o caminho é árduo. Isso é unanimidade em todos os profissionais formados.
Willian Bonner, Fátima Bernardes, Pedro Bial, Sandra Annenberg, Ana Paula Padrão, são nomes conhecidíssimos do jornalismo nacional. São pessoas que muitas vezes impressionam os aspirantes a jornalistas, e fazem eles buscar um mundo glamouroso que só existe na cabeça de quem está de fora da profissão.
É comum observamos os calouros almejando uma vida de sucesso na televisão com muitos brilhos e holofotes. Mas a verdade é que o caminho para chegar até ao topo é penoso, com muitas pedras e espinhos no decorrer da sua existência. Ora meu amigo! Não pense que se hoje você está na faculdade, amanhã estará nas bancadas da rede Globo.
Alguns estudantes recém formados procuram se especializar para melhorar a sua formação e atuar na área com mais bagagem cultural, enquanto isso, utilizam-se de “bicos” para poder manter seus estudos. Um exemplo é a Ana Paula Brixel, formada há um ano pela UniBrasil, ela se especializou em análise ambiental pela Universidade Federal do Paraná. E se prepara para entrar no mercado de trabalho atuando na área de jornalismo ambiental. Mas enquanto ela não entra no mercado de fato trabalha no restaurante de sua família. “Não pretendo trabalhar muito tempo com isso, minha vida é o jornalismo” declara.
Ela ainda acredita que será uma profissão que jamais acabará além de ser de extrema importância para a sociedade. “Jornalismo é um sonho, que realizarei assim que começar a atuar, e também um grande amor, daqueles que vivem com a gente para sempre, além de ser uma profissão que exige muita competência, seriedade e comprometimento” encerra.
Mas não são todos os estudantes que pensam assim e correm atrás do que querem, alguns simplesmente abrem mão do mercado de trabalho, porque não tem os famosos QIs (Quem Indica) e por isso se acham inferiores aos demais, não por uma questão de competência, mais sim de network (rede de ralacionamentos).
Para Marcio Cordeiro Oliveira Junior, recém formado na Universidade Federal de Alagoas, os chamados network são importantes, porque se precisa conhecer pessoas, se relacionar, trocar experiências. Pois segundo ele, é nesse relacionamento que seremos lembrados. “É uma construção profissional e de vida. E eu o faço. Um dia podem pensar que eu posso suprir um determinado espaço. Precisamos ser mais empreendedores e estrategista à alienado e ortodoxo” explica.
São poucos os casos de profissionais que saem da faculdade empregados. Trabalhando e ainda cuidado dos preparativos da formatura, Marcos Nakamura, formado pela UniBrasil, deixa um conselho para os que estão ingressando na carreira. “Jornalismo não é só Televisão, Jornal Nacional e Globo. Ilude-se quem acha isso, o mercado é muito maior, ter um projeto de vida profissional é importante, mas, ter os pés no chão é melhor ainda. Aproveite ao máximo os quatro anos, serão os melhores da sua vida, descubra tudo que o jornalismo pode te proporcionar, experimente, converse, conheça as redações, veja como é o dia-a-dia de um jornalista e principalmente, se dedique naquilo que gosta de fazer, seja qual for o veículo de sua preferência”.
Portanto caros colegas se a intenção era virar estrelinha pop do jornalismo assim que saíssem da faculdade pensem bem, o caminho é árduo. Isso é unanimidade em todos os profissionais formados.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
O futuro do jornalismo nas mãos de novos profissionais
16 mil é o número de estudantes que se formam todos os anos nos 389 cursos voltados ao jornalismo no país, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da Educação e Cultura (MEC), a opinião de educadores, profissionais da área e empregadores é a mesma: Apesar da grande contingência de novos profissionais que entram no mercado todos os anos, de cada 10 recém formados que entram nas redações, apenas dois continuam na profissão, seja por uma fraca formação superior ou por “incompatibilidade” com a profissão.
“Hoje as redações e não apenas as de jornal procuram profissionais jovens e interessados na educação continuada. Quem faz uma segunda graduação ou uma pós-graduação é mais valorizado”, revela Maria Sandra Teixeira Gonçalves, editora da Gazeta do Povo. Ainda de acordo com Maria as redações carecem de uma figura que possa servir de modelo/conselheiro para os focas que, no ímpeto de mostrar trabalho, às vezes atropelam premissas básicas do bom jornalismo, como a ampla checagem, a ida a campo, a conversa olho no olho, a investigação, a reunião de documentos, o respeito ao contraditório, pois é preciso ter em mente que escrever um texto jornalístico não é ouvir uma fonte de cada lado e fazer uma pesquisa rápida no google.
É evidente que à medida que o tempo passa um número menor de pessoas dispostas a ler jornal impresso é encontrada. No entanto, esse número nunca chegará à zero. Permanecerá um grupo pequeno, mas fiel, por muitos anos ainda. A questão é: haverá viabilidade econômica para os inúmeros veículos que temos hoje? Provavelmente não. A regra será a da seleção natural. Ficarão os mais competentes, os que compreenderem que quem se dispõe a ler não quer as mesmas informações ligeiras da tevê ou da internet, quer análise, investigação, aprofundamento, enfim, tudo o que o bom jornalismo já teve um dia e que hoje está à margem na burra tentativa que os veículos fazem de competir com os meios eletrônicos. È relevante dizer que o fato de o impresso estar perdendo força não deve preocupar os jornalistas. Afinal, exercemos o ofício de contar histórias e isso pode ser feito em diferentes meios.
Para nós futuros jornalistas ela manda um recado. “Quer ser bom jornalista? Leia, leia muito. Não só jornais e revistas. Falo de literatura, mesmo. É nítida a diferença de linguagem de um jornalista que lê para outro, que não tem familiaridade com a palavra escrita. Aprender outros idiomas ajuda. Também é importantíssimo circular pela sociedade, ver o mundo, observar as pessoas, notar como vivem, o que as interessa, que peculiaridades guardam. O segredo, como em qualquer ofício, é a dedicação. Não há como fazer bom jornalismo de olho no relógio, como um operário de linha de montagem que entra às 9h e sai às 17h”, revela.
“No jornalismo se destacam os que pensam com clareza e sabem organizar ospensamentos para contar uma boa história. É claro que uma boa educaçãoformal conta muito, mas, isoladamente, ela não faz de ninguém um bomjornalista. Na minha opinião, os focas deviam implorar para começar naGeral, no noticiário diário, aquele que cobre buraco de rua, enchente,chacina, incêndio. É uma escola. Infelizmente, muitos chegam naredação querendo um caderno semanal ou mesmo um posto de editor. É umerro pelo qual se paga caro. Quem não sai para a rua, nunca será um bomredator ou editor”, finaliza.
“Hoje as redações e não apenas as de jornal procuram profissionais jovens e interessados na educação continuada. Quem faz uma segunda graduação ou uma pós-graduação é mais valorizado”, revela Maria Sandra Teixeira Gonçalves, editora da Gazeta do Povo. Ainda de acordo com Maria as redações carecem de uma figura que possa servir de modelo/conselheiro para os focas que, no ímpeto de mostrar trabalho, às vezes atropelam premissas básicas do bom jornalismo, como a ampla checagem, a ida a campo, a conversa olho no olho, a investigação, a reunião de documentos, o respeito ao contraditório, pois é preciso ter em mente que escrever um texto jornalístico não é ouvir uma fonte de cada lado e fazer uma pesquisa rápida no google.
É evidente que à medida que o tempo passa um número menor de pessoas dispostas a ler jornal impresso é encontrada. No entanto, esse número nunca chegará à zero. Permanecerá um grupo pequeno, mas fiel, por muitos anos ainda. A questão é: haverá viabilidade econômica para os inúmeros veículos que temos hoje? Provavelmente não. A regra será a da seleção natural. Ficarão os mais competentes, os que compreenderem que quem se dispõe a ler não quer as mesmas informações ligeiras da tevê ou da internet, quer análise, investigação, aprofundamento, enfim, tudo o que o bom jornalismo já teve um dia e que hoje está à margem na burra tentativa que os veículos fazem de competir com os meios eletrônicos. È relevante dizer que o fato de o impresso estar perdendo força não deve preocupar os jornalistas. Afinal, exercemos o ofício de contar histórias e isso pode ser feito em diferentes meios.
Para nós futuros jornalistas ela manda um recado. “Quer ser bom jornalista? Leia, leia muito. Não só jornais e revistas. Falo de literatura, mesmo. É nítida a diferença de linguagem de um jornalista que lê para outro, que não tem familiaridade com a palavra escrita. Aprender outros idiomas ajuda. Também é importantíssimo circular pela sociedade, ver o mundo, observar as pessoas, notar como vivem, o que as interessa, que peculiaridades guardam. O segredo, como em qualquer ofício, é a dedicação. Não há como fazer bom jornalismo de olho no relógio, como um operário de linha de montagem que entra às 9h e sai às 17h”, revela.
“No jornalismo se destacam os que pensam com clareza e sabem organizar ospensamentos para contar uma boa história. É claro que uma boa educaçãoformal conta muito, mas, isoladamente, ela não faz de ninguém um bomjornalista. Na minha opinião, os focas deviam implorar para começar naGeral, no noticiário diário, aquele que cobre buraco de rua, enchente,chacina, incêndio. É uma escola. Infelizmente, muitos chegam naredação querendo um caderno semanal ou mesmo um posto de editor. É umerro pelo qual se paga caro. Quem não sai para a rua, nunca será um bomredator ou editor”, finaliza.
A assessoria de Imprensa e o mercado de trabalho
Para ouvir a matéria, clique aqui
Senhoras e senhores, respeitável público pagão, o papo hoje é sobre mercado de trabalho para a assessoria de imprensa.
(disparo)
O mercado de trabalho para o assessor de imprensa esta concorrido, como todos os outros mercados hoje em dia.
Mas a assessoria de imprensa tem algumas peculiaridades quando o assunto é mercado de trabalho, por que segundo o acórdão do Tribunal Superior do trabalho de numero 261412: Assessor de imprensa não exerce atividades típicas de jornalismo, pois o segundo o TST a função de assessor de imprensa não compreende a busca de informações para redação de notícias e artigos, organização, orientação e direção de trabalhos jornalísticos.
(trovão)
Existe uma briga entre os profissionais de comunicação se assessor de imprensa pode ser considerado ou não jornalista, em entrevista ao blog o porvilho do povo a presidente do sindicato dos jornalistas, Aniela Almeida expôs a opinião do sindicato a esse respeito.
(sonora Aniela Almeida)
Bianca Smolarek, Coordenadora de redação da Lide Multimídia. Conta que o dia-a-dia do assessor é, por vezes, semelhante ao de jornalistas. Envolve entrevistas, produção de textos, apuração de informações. reuniões de briefing, reuniões de planejamento/estratégia com os clientes, acompanhamento de eventos, contato diário com a imprensa, aplicação de media trainings, gerenciamento de crises, editoração, análise de clippings, fechamento de relatórios, organização de coletivas de imprensa, pesquisas e etc.
Atenção você estudante que não sabe que área do jornalismo quer atuar e pensa que se não conseguir nada em outras áreas é só ir pra assessoria que vai se dar bem, tire o cavalinho da chuva, Bianca Smolarek esclarece, que Para entrar no mercado de assessoria de imprensa, antes de tudo, o estudante precisa ter clareza sobre a área da Comunicação que ele deseja seguir.
Se for a área da comunicação corporativa, é importante que ele comece a se preparar para uma imersão nos conhecimentos voltados ao mundo corporativo.
Como o assessor muitas vezes pode ter de gerenciar a Comunicação em inúmeros processos dentro da empresa, quanto mais ele dominar conceitos de Administração e Marketing, maiores as chances de seu trabalho render ótimos resultados.
A assessoria de imprensa é uma das ferramentas do processo de comunicação corporativo, ao lado do marketing, das relações públicas.
O profissional que dominar a maior parte dos conceitos que envolvem estas áreas tem grandes chances de sucesso, pois atualmente a comunicação empresarial está acontecendo de forma integrada, com ações em todas as suas vertentes, planejadas a partir de um mesmo objetivo.
Por isso, buscar cursos e especializações nestas áreas é uma boa alternativa. Dominando esses conteúdos, o assessor de imprensa poderá conciliar, com muito mais segurança e propriedade, ações positivas para seu cliente e que não ferem os conceitos jornalísticos.
(Sirene)
É isso ai galera agora é só correr atras.
João Pedro para o blog o porvilho do povo
(aplausos)
Senhoras e senhores, respeitável público pagão, o papo hoje é sobre mercado de trabalho para a assessoria de imprensa.
(disparo)
O mercado de trabalho para o assessor de imprensa esta concorrido, como todos os outros mercados hoje em dia.
Mas a assessoria de imprensa tem algumas peculiaridades quando o assunto é mercado de trabalho, por que segundo o acórdão do Tribunal Superior do trabalho de numero 261412: Assessor de imprensa não exerce atividades típicas de jornalismo, pois o segundo o TST a função de assessor de imprensa não compreende a busca de informações para redação de notícias e artigos, organização, orientação e direção de trabalhos jornalísticos.
(trovão)
Existe uma briga entre os profissionais de comunicação se assessor de imprensa pode ser considerado ou não jornalista, em entrevista ao blog o porvilho do povo a presidente do sindicato dos jornalistas, Aniela Almeida expôs a opinião do sindicato a esse respeito.
(sonora Aniela Almeida)
Bianca Smolarek, Coordenadora de redação da Lide Multimídia. Conta que o dia-a-dia do assessor é, por vezes, semelhante ao de jornalistas. Envolve entrevistas, produção de textos, apuração de informações. reuniões de briefing, reuniões de planejamento/estratégia com os clientes, acompanhamento de eventos, contato diário com a imprensa, aplicação de media trainings, gerenciamento de crises, editoração, análise de clippings, fechamento de relatórios, organização de coletivas de imprensa, pesquisas e etc.
Atenção você estudante que não sabe que área do jornalismo quer atuar e pensa que se não conseguir nada em outras áreas é só ir pra assessoria que vai se dar bem, tire o cavalinho da chuva, Bianca Smolarek esclarece, que Para entrar no mercado de assessoria de imprensa, antes de tudo, o estudante precisa ter clareza sobre a área da Comunicação que ele deseja seguir.
Se for a área da comunicação corporativa, é importante que ele comece a se preparar para uma imersão nos conhecimentos voltados ao mundo corporativo.
Como o assessor muitas vezes pode ter de gerenciar a Comunicação em inúmeros processos dentro da empresa, quanto mais ele dominar conceitos de Administração e Marketing, maiores as chances de seu trabalho render ótimos resultados.
A assessoria de imprensa é uma das ferramentas do processo de comunicação corporativo, ao lado do marketing, das relações públicas.
O profissional que dominar a maior parte dos conceitos que envolvem estas áreas tem grandes chances de sucesso, pois atualmente a comunicação empresarial está acontecendo de forma integrada, com ações em todas as suas vertentes, planejadas a partir de um mesmo objetivo.
Por isso, buscar cursos e especializações nestas áreas é uma boa alternativa. Dominando esses conteúdos, o assessor de imprensa poderá conciliar, com muito mais segurança e propriedade, ações positivas para seu cliente e que não ferem os conceitos jornalísticos.
(Sirene)
É isso ai galera agora é só correr atras.
João Pedro para o blog o porvilho do povo
(aplausos)
Repórter Mirim importante experiência para futuros jornalistas
O jornal Gazeta do Povo possui um projeto chamado Repórter Mirim (RM), que completa sete anos este ano, e tem como proposta fazer a interação de crianças e adolescentes no dia-a-dia de uma grande redação.Este projeto é feito de interatividade, está inserido no caderno Gazetinha, publicado semanalmente, desde 2001, coordenado pelo jornalista Cristiano Luiz Freitas.
Para ser um RM, como são conhecidos, eles precisam passar por testes de conhecimento geral e de atualidade, além de produzirem redações e interpretarem fotos. São aprovados apenas 20 adolescentes, entre 12 e 15 anos, que passam a ter encontros nos fins de semana, onde produzem uma matéria quinzenal para a Gazetinha e participam do blog do suplemento.
O projeto faz despertar nos jovens, o instinto jornalístico, o editor do caderno juvenil Cristiano Freitas conta que os RMs mais velhos já estão no 3º ano de jornalismo, a experiência na redação foi decisiva para a escolha do curso. Para Renan Rederde, ex-repórter mirim (2001-2002), “A Gazetinha me fez ver o "mundo" do jornalismo de uma forma diferente” relembra.
Renan conta que ter sido um repórter mirim tem vantagens comparadas a outros estudantes de jornalismo na procura de estágios. Os ex-repórteres mirins chegam à faculdade com uma experiência a mais, já que passaram um ano em contato direto com a profissão, aprendendo a fazer entrevistas, elaborar pautas, textos de opinião e artigos. “O mercado está mais concorrido e exigente. Temos muitas faculdades e poucas vagas no mercado. Exige-se cada vez mais especialização e diferenciais”, reforça Cristiano com a idéia que a prática é importante para a formação de um jornalista.
Professor?Então, sobre o trabalho de hoje...meu cachorro comeu...
Como organizar sua vida acadêmica, para se tornar um bom profissional
Quem um dia não passou pela situação de ter que fazer um trabalho na véspera do dia de entrega? Ou teve que inventar histórias mirabolantes por conseqüência de um “branco”. Sem falar naqueles que quase reprovaram por falta. E os livros então! A quantidade de Xerox para estudar, ler, as vezes até procurar o local onde se encontra a cópia é difícil para alguns, “em qual bloco está o Xerox mesmo???”,
dificuldades que a grande maioria dos estudantes encontram na hora de levar a sério a vida acadêmica.
Para algumas pessoas a organização é uma tarefa muito árdua, por serem motivados por atividades seculares como, vídeo-game, internet, televisão, festas, entre outras situações que nós, jovens, encontramos pelo caminho da vida estudantil.
“Já fui bem mais organizado, principalmente na escola, quando entrei na faculdade, me dei conta que relaxei, até porque muitos amigos meus não seguiam um ritmo de estudo e responsabilidade com deveres acadêmicos”, segundo Gabriel Rodrigues, estudante de jornalismo. A organização é essencial para manter uma linha de pensamento concreta, em vários tipos de situação, desde uma resenha para a faculdade, uma entrevista de estágio, ou até mesmo um emprego no futuro.
Para manter uma meta é necessário que alguns hábitos sejam abandonados, ou pelo menos, modificados. Acordar cedo, por exemplo, é uma tarefa muito difícil para muitos. “Acabei reprovando por falta em uma matéria, por não conseguir acordar, até ia pra aula, mas chegava muito atrasada, assim levava falta como se não estivesse lá”, afirma Carolina Sávio, estudante de fisioterapia.
Para conseguir chegar no horário, é importante dormir cedo, se você estuda de manhã, programar o despertador com pelo menos uma hora de antecedência ao horário da aula é necessário para conseguir chegar a tempo, inclusive deixá-lo do outro lado do quarto é uma boa tática, assim você terá que atravessar o quarto para desligá-lo. Se você mora longe, leve em consideração o tempo perdido no trânsito.
Organizar seu tempo é uma forma de conciliar sua agenda durante sua semana, (se você não tem uma agenda está na hora de comprar, pois ela é o princípio da organização). Não se comprometa com atividades a mais do que é capaz. Programe sessões de meia hora de estudo, assim você não se sente cansado e absorve melhor a informação.
Computador, às vezes torna-se um problema, Messenger, bate-papo e jogos, são divertidos, porém a máquina não foi feita somente para isso. Use-a da melhor maneira possível, enciclopédias, sites de informação de conteúdo, “blogs”, são muito eficazes, na formação de sua bagagem cultural.
Estudar exige força de vontade, paciência, disciplina e domínio de técnicas para que o aprendizado seja feito com eficiência máxima. A maioria dos estudantes deixa tudo para a véspera das provas, apresentações de trabalhos, etc.
Se você faz parte do grupo desorganizado, não se preocupe, ou melhor, se preocupe, mas não se desespere. Uma boa dica é não deixar isso acontecer mais, e dedicar seu tempo a coisas importantes na sua vida, coisas que farão de você hoje, não só um bom profissional, mas uma boa pessoa amanhã.
Quem um dia não passou pela situação de ter que fazer um trabalho na véspera do dia de entrega? Ou teve que inventar histórias mirabolantes por conseqüência de um “branco”. Sem falar naqueles que quase reprovaram por falta. E os livros então! A quantidade de Xerox para estudar, ler, as vezes até procurar o local onde se encontra a cópia é difícil para alguns, “em qual bloco está o Xerox mesmo???”,
dificuldades que a grande maioria dos estudantes encontram na hora de levar a sério a vida acadêmica.
Para algumas pessoas a organização é uma tarefa muito árdua, por serem motivados por atividades seculares como, vídeo-game, internet, televisão, festas, entre outras situações que nós, jovens, encontramos pelo caminho da vida estudantil.
“Já fui bem mais organizado, principalmente na escola, quando entrei na faculdade, me dei conta que relaxei, até porque muitos amigos meus não seguiam um ritmo de estudo e responsabilidade com deveres acadêmicos”, segundo Gabriel Rodrigues, estudante de jornalismo. A organização é essencial para manter uma linha de pensamento concreta, em vários tipos de situação, desde uma resenha para a faculdade, uma entrevista de estágio, ou até mesmo um emprego no futuro.
Para manter uma meta é necessário que alguns hábitos sejam abandonados, ou pelo menos, modificados. Acordar cedo, por exemplo, é uma tarefa muito difícil para muitos. “Acabei reprovando por falta em uma matéria, por não conseguir acordar, até ia pra aula, mas chegava muito atrasada, assim levava falta como se não estivesse lá”, afirma Carolina Sávio, estudante de fisioterapia.
Para conseguir chegar no horário, é importante dormir cedo, se você estuda de manhã, programar o despertador com pelo menos uma hora de antecedência ao horário da aula é necessário para conseguir chegar a tempo, inclusive deixá-lo do outro lado do quarto é uma boa tática, assim você terá que atravessar o quarto para desligá-lo. Se você mora longe, leve em consideração o tempo perdido no trânsito.
Organizar seu tempo é uma forma de conciliar sua agenda durante sua semana, (se você não tem uma agenda está na hora de comprar, pois ela é o princípio da organização). Não se comprometa com atividades a mais do que é capaz. Programe sessões de meia hora de estudo, assim você não se sente cansado e absorve melhor a informação.
Computador, às vezes torna-se um problema, Messenger, bate-papo e jogos, são divertidos, porém a máquina não foi feita somente para isso. Use-a da melhor maneira possível, enciclopédias, sites de informação de conteúdo, “blogs”, são muito eficazes, na formação de sua bagagem cultural.
Estudar exige força de vontade, paciência, disciplina e domínio de técnicas para que o aprendizado seja feito com eficiência máxima. A maioria dos estudantes deixa tudo para a véspera das provas, apresentações de trabalhos, etc.
Se você faz parte do grupo desorganizado, não se preocupe, ou melhor, se preocupe, mas não se desespere. Uma boa dica é não deixar isso acontecer mais, e dedicar seu tempo a coisas importantes na sua vida, coisas que farão de você hoje, não só um bom profissional, mas uma boa pessoa amanhã.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Estágiarios do Q.I Têm "a porta aberta"
Parece fácil conseguir um estágio não é mesmo? Primeiramente você faz um currículo e lá estão as suas qualidades,virtudes,conhecimentos e os cursos que já fez.Talvez tenha até alguma experiência carimbada, o que normalmente não acontece com quem ainda não teve qualquer contato com a área de trabalho que vai ingressar.E então o desespero bate e você olha para seu currículo e pensa: que medo! Será que eu vou ter alguma chance ? Será que alguém vai me dar uma oportunidade? A insegurança é normal quando temos um currículo na mão e não sabe-se para onde ir,o que fazer e onde procurar.Mas por um momento você suspira e tem esperança, então seleciona algumas vagas para entregar seu currículo.Em conversas com seus pais, amigos e conhecidos sobre a possibilidade de conseguir um estágio uma "porta se abre" ,pois seu melhor amigo conhece o dono daquele veículo,ou aquela vizinha legal pode te ajudar,ate mesmo sua tia que é influente na cidade diz que vai te indicar pra vaga da qual eles querem preencher e a qual você precisa! 
Esses são os “Estagiários do Q.I”(quem indica), pessoas que possuem rede de relações,que também é uma virtude profissional,os chamados “contatos”. Foi o caso da estudante de nutrição Bárbara Rodrigues, que clinicou 10 meses no hospital Oswaldo Cruz pela indicação de uma amiga e ainda a estudante de direito Bárbara Oliveira que comentou sobre seus estágios. “O primeiro foi pelo CIEE, me cadastrei e acharam uma vaga pra mim, já o segundo estágio foi um amigo que me indicou”,conta ela.
Mas se você não tem Q.I, existem centrais de estágio como por exemplo o CIEE(Centro de Integração Empresa-Escola)uma instituição filantrópica com o objetivo de encontrar estudantes uma oportunidade de estágio que os auxiliem a colocar em prática tudo o que aprenderam na teoria,ou também o IEL(Instituto Euvaldo Lodi) em que você cadastra a sua ficha e de acordo com seu perfil eles te encaminham para áreas que te interessam.Muitos estudantes -quando o Q.I não é uma opção- conseguem vagas de
estágio através dessas centrais.A estudante de administração Stefanie Leal Dos Santos conseguiu pela internet através do site do CIEE uma vaga para estagiar numa empresa.”Eu vi a vaga ,então fiz uma entrevista,daí me chamaram” afirma a estudante que concorreu com mais de 20 pessoas e através de sua competência foi chamada.
Agora se puder adicionar contatos à sua agenda de relacionamento será mais fácil conseguir uma oportunidade na vida.Quando um profissional conhece seu perfil através de uma indicação, se torna mais fácil a credibilidade e as chances de dar certo.
Mas se você não tem Q.I, existem centrais de estágio como por exemplo o CIEE(Centro de Integração Empresa-Escola)uma instituição filantrópica com o objetivo de encontrar estudantes uma oportunidade de estágio que os auxiliem a colocar em prática tudo o que aprenderam na teoria,ou também o IEL(Instituto Euvaldo Lodi) em que você cadastra a sua ficha e de acordo com seu perfil eles te encaminham para áreas que te interessam.Muitos estudantes -quando o Q.I não é uma opção- conseguem vagas de
estágio através dessas centrais.A estudante de administração Stefanie Leal Dos Santos conseguiu pela internet através do site do CIEE uma vaga para estagiar numa empresa.”Eu vi a vaga ,então fiz uma entrevista,daí me chamaram” afirma a estudante que concorreu com mais de 20 pessoas e através de sua competência foi chamada.Agora se puder adicionar contatos à sua agenda de relacionamento será mais fácil conseguir uma oportunidade na vida.Quando um profissional conhece seu perfil através de uma indicação, se torna mais fácil a credibilidade e as chances de dar certo.
Complemento da matéria: “O termo Q.I pode ser associado até mesmo com sua própria instituição de ensino.Hoje em dia, várias faculdades possuem convênios com outras instituições, sejam elas públicas ou privadas. Portanto, eu considero uma pessoa que consegue um estágio em uma empresa, de uma forma intermediada pela instituição onde estuda como um ato de indicar. Aqui em BH por exemplo, cada faculdade possui convênio com uma instituição diferente. A Newton com O Tempo e assim por diante.” Afirma o estudante de jornalismo Marco Aurélio Ribeiro,20 anos, de Belo horizonte.Obrigado pela colaboração Marco.
Fotos: Gael 1º foto
Milton 2º foto
Atuar no jornalismo é essencial para magistério
Por Sheila Gorski
"O mercado está saturado", é uma das frases que o estudante de jornalismo mais ouve durante a faculdade. Chama-se de mercado as redações de jornal impresso, televisão, rádio e assessorias de imprensa. A mesma pessoa que afirma que o mercado está saturado faz parte de um outro nicho para o jornalista: a vida acadêmica.
Muitos cansaram da correria das redações, estão em busca de melhores salários ou, como no caso de Maura Martins, professora na Unibrasil, sempre teve como foco a pesquisa. "Eu trabalhei como jornalista, mas depois que entrei para a vida acadêmica sempre tive regime de exclusividade".
Alessandra Ferreira, jornalista e professora na Universidade Tuiuti e Faculdade Opet, afirma que o mercado para quem quer lecionar está tão saturado quanto o mercado convencional. “Depois de trabalhar com o jornalismo, a pesquisa acadêmica é um grande desenvolvimento pessoal, além do que, são necessários jornalistas na área de pesquisa”.
Depois de 13 anos, trabalhando como jornalista, Paulo Cajazeira, professor na Universidade Federal do Paraná, Faculdade Opet e Unibrasil, optou por dedicar-se exclusivamente aos estudantes de jornalismo. “Você precisa estudar muito, fazer especialização, porém tem vantagens, como ter horários mais certos e estabilidade”.
“Nenhum dos dois é fácil”, afirma Luciane Antoniutti, professora na Unicenp, IBEPEX e Universidade Estadual de Ponta Grossa, sobre o mercado convencional e o mercado acadêmico. “Além de exigir a atualização como jornalista, sobre os acontecimentos do dia-a-dia, você precisa estar atento à sua disciplina; no meu caso, por exemplo, novas tecnologias, que sempre mudam”.
A dica da professora e jornalista, para quem pretende seguir o magistério, é que “a prática é essencial para a teoria”. É preciso passar por redações, televisão, assessoria, rádio, antes de entrar em sala de aula. Ou seja, para ensinar jornalismo tem que ser jornalista por primeiro.
O currículo de um professor universitário exige pelo menos uma especialização. Nesse caso a hora aula é em média R$17. Para mestres pode variar de R$28 a R$43. Vale lembrar que o piso salarial do jornalista paranaense é de R$1.832,79. O jeito é começar devagar e de baixo.
"O mercado está saturado", é uma das frases que o estudante de jornalismo mais ouve durante a faculdade. Chama-se de mercado as redações de jornal impresso, televisão, rádio e assessorias de imprensa. A mesma pessoa que afirma que o mercado está saturado faz parte de um outro nicho para o jornalista: a vida acadêmica.
Muitos cansaram da correria das redações, estão em busca de melhores salários ou, como no caso de Maura Martins, professora na Unibrasil, sempre teve como foco a pesquisa. "Eu trabalhei como jornalista, mas depois que entrei para a vida acadêmica sempre tive regime de exclusividade".
Alessandra Ferreira, jornalista e professora na Universidade Tuiuti e Faculdade Opet, afirma que o mercado para quem quer lecionar está tão saturado quanto o mercado convencional. “Depois de trabalhar com o jornalismo, a pesquisa acadêmica é um grande desenvolvimento pessoal, além do que, são necessários jornalistas na área de pesquisa”.
Depois de 13 anos, trabalhando como jornalista, Paulo Cajazeira, professor na Universidade Federal do Paraná, Faculdade Opet e Unibrasil, optou por dedicar-se exclusivamente aos estudantes de jornalismo. “Você precisa estudar muito, fazer especialização, porém tem vantagens, como ter horários mais certos e estabilidade”.
“Nenhum dos dois é fácil”, afirma Luciane Antoniutti, professora na Unicenp, IBEPEX e Universidade Estadual de Ponta Grossa, sobre o mercado convencional e o mercado acadêmico. “Além de exigir a atualização como jornalista, sobre os acontecimentos do dia-a-dia, você precisa estar atento à sua disciplina; no meu caso, por exemplo, novas tecnologias, que sempre mudam”.
A dica da professora e jornalista, para quem pretende seguir o magistério, é que “a prática é essencial para a teoria”. É preciso passar por redações, televisão, assessoria, rádio, antes de entrar em sala de aula. Ou seja, para ensinar jornalismo tem que ser jornalista por primeiro.
O currículo de um professor universitário exige pelo menos uma especialização. Nesse caso a hora aula é em média R$17. Para mestres pode variar de R$28 a R$43. Vale lembrar que o piso salarial do jornalista paranaense é de R$1.832,79. O jeito é começar devagar e de baixo.
Jornalismo de Bairro
O jornal de bairro é a forma de jornalismo destinada para princípios de participação e atuação do indivíduo em determinada região. Possui pequena abrangência territorial e não visa nem se importa com os fatos abordados pela grande mídia. O jornalista nessa área necessita de muita disposição, pois é ele quem acaba exercendo grande parte das funções (fotografia, entrevistas, redação, diagramação, etc.) que um jornal oferece.
O editor do Jornal Alto da VX, Douglas de Souza, expõe seus comentários sobre o jornal de bairro e como é o mercado de trabalho.
“Conheço muitas pessoas do meio que acham que o aspirante a jornalista deve co
meçar procurando um estágio (remunerado ou não) em um jornal de bairro por ser um meio simples e modesto de se iniciar a carreira. Eu já penso o contrário. Deve-se primeiro começar buscando experiência na grande mídia impressa ou até em assessoria e ficar um bom tempo por lá. Dentro de um grande jornal aprende-se muito, já num de bairro a pessoa acaba por se isolar, devido à presença do jornal, que é destinado somente a um local, porém ela acaba se destacando mais com isso. A concentração do jornal naquele determinado bairro torna a pessoa mais presente e mais versátil. Lá ela faz tudo, mas carece de um feeling, um senso aguçado, o que não acontece em um jornal grande, onde ela acompanha passo a passo o processo de captação da informação, acompanha a matéria, adquiri muitos contatos e conhecimento ao longo do tempo. É nesse meio que ela se desenvolve e evoluí. Um outro problema freqüente de jornais de bairros é que a maioria é voltada ou até mesmo comandada por políticos que buscam promoção própria (a tal da politicagem). A maioria dos estagiários em jornais de bairro são estudantes que preferem começar com uma coisa mais simples, mas não é bem assim. Um jornal de bairro necessita de tanto esforço quanto um jornal grande necessita também. Eu só não aconselharia ninguém a se formar e procurar jornal de bairro como forma de início de carreira.”
ps: não consegui postar a foto =(
O editor do Jornal Alto da VX, Douglas de Souza, expõe seus comentários sobre o jornal de bairro e como é o mercado de trabalho.
“Conheço muitas pessoas do meio que acham que o aspirante a jornalista deve co
meçar procurando um estágio (remunerado ou não) em um jornal de bairro por ser um meio simples e modesto de se iniciar a carreira. Eu já penso o contrário. Deve-se primeiro começar buscando experiência na grande mídia impressa ou até em assessoria e ficar um bom tempo por lá. Dentro de um grande jornal aprende-se muito, já num de bairro a pessoa acaba por se isolar, devido à presença do jornal, que é destinado somente a um local, porém ela acaba se destacando mais com isso. A concentração do jornal naquele determinado bairro torna a pessoa mais presente e mais versátil. Lá ela faz tudo, mas carece de um feeling, um senso aguçado, o que não acontece em um jornal grande, onde ela acompanha passo a passo o processo de captação da informação, acompanha a matéria, adquiri muitos contatos e conhecimento ao longo do tempo. É nesse meio que ela se desenvolve e evoluí. Um outro problema freqüente de jornais de bairros é que a maioria é voltada ou até mesmo comandada por políticos que buscam promoção própria (a tal da politicagem). A maioria dos estagiários em jornais de bairro são estudantes que preferem começar com uma coisa mais simples, mas não é bem assim. Um jornal de bairro necessita de tanto esforço quanto um jornal grande necessita também. Eu só não aconselharia ninguém a se formar e procurar jornal de bairro como forma de início de carreira.”ps: não consegui postar a foto =(
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
A primeira oportunidade de estágio
O estágio é uma das formas do aluno colocar em prática o que aprende na faculdade, mas certos estudantes têm dificuldade em conseguir a primeira oportunidade. Muitas vezes é devido à falta de experiência na área, já outros dão sorte em encontrar pessoas que dão preferência aos que não estagiaram ainda.
Lucila Sávio, chefe da Divisão de Informática da Biblioteca Pública do Paraná, dá preferência aos alunos que ainda não têm experiência e também a oportunidade para que eles se preparem para sua futura profissão. “É uma chance para que o estudante conheça novos ambientes, conviva com os colegas, aumente a sua auto-estima e que aprenda muito mais que apenas na faculdade.” Além disso, há outros critérios de avaliação para contratar o estagiário, como disponibilidade de horário, vontade de estagiar, comprometimento, iniciativa, a produção do trabalho e conhecimento de informática, segundo Lucila. É também analisado o curso do estudante e seus objetivos como estagiário, não apenas como obrigação em determinados cursos e sim por amadurecimento profissional.
A estudante de história Tamiris Leal, conseguiu seu primeiro estágio e diz que de certa forma não foi difícil, pois a pessoa que a entrevistou dá preferência ao primeiro estágio. “Eu acredito que o maior benefício de estagiar é o fato de ter acesso ao acervo da Biblioteca Pública e estar sendo incentivada à leitura a todo instante. É muito importante o primeiro estágio, pois abre portas mais pra frente para um emprego já na minha área, tanto como indicação quanto como experiência”, diz Tamiris.
Esses dois exemplos dados na entrevista são positivos quanto ao primeiro estágio, tanto de quem contrata estudantes inexperientes quanto quem recebe a oportunidade, pois falta de experiência não é sinônimo (na maioria das vezes) de incapacidade. Infelizmente há os que preferem estudantes com a tal 'experiência', mas no entanto, se não for dado o primeiro passo que é a oportunidade, fica cada vez mais restrito o número de estagiários e de futuros profissionais capacitados e preparados para o mercado de trabalho.
Deixe seu comentário, fale sobre seu primeiro estágio, como conseguiu etc, e se ainda não conseguiu, diga quais são suas dificuldades. Dê sua opinião sobre a matéria, faça sua crítica, enfim, fique à vontade.
==============================================
PS:. Não consegui colocar o vídeo da entrevista. Assim que conseguir ( e se conseguir) eu posto.
Lucila Sávio, chefe da Divisão de Informática da Biblioteca Pública do Paraná, dá preferência aos alunos que ainda não têm experiência e também a oportunidade para que eles se preparem para sua futura profissão. “É uma chance para que o estudante conheça novos ambientes, conviva com os colegas, aumente a sua auto-estima e que aprenda muito mais que apenas na faculdade.” Além disso, há outros critérios de avaliação para contratar o estagiário, como disponibilidade de horário, vontade de estagiar, comprometimento, iniciativa, a produção do trabalho e conhecimento de informática, segundo Lucila. É também analisado o curso do estudante e seus objetivos como estagiário, não apenas como obrigação em determinados cursos e sim por amadurecimento profissional.
A estudante de história Tamiris Leal, conseguiu seu primeiro estágio e diz que de certa forma não foi difícil, pois a pessoa que a entrevistou dá preferência ao primeiro estágio. “Eu acredito que o maior benefício de estagiar é o fato de ter acesso ao acervo da Biblioteca Pública e estar sendo incentivada à leitura a todo instante. É muito importante o primeiro estágio, pois abre portas mais pra frente para um emprego já na minha área, tanto como indicação quanto como experiência”, diz Tamiris.
Esses dois exemplos dados na entrevista são positivos quanto ao primeiro estágio, tanto de quem contrata estudantes inexperientes quanto quem recebe a oportunidade, pois falta de experiência não é sinônimo (na maioria das vezes) de incapacidade. Infelizmente há os que preferem estudantes com a tal 'experiência', mas no entanto, se não for dado o primeiro passo que é a oportunidade, fica cada vez mais restrito o número de estagiários e de futuros profissionais capacitados e preparados para o mercado de trabalho.
Deixe seu comentário, fale sobre seu primeiro estágio, como conseguiu etc, e se ainda não conseguiu, diga quais são suas dificuldades. Dê sua opinião sobre a matéria, faça sua crítica, enfim, fique à vontade.
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PS:. Não consegui colocar o vídeo da entrevista. Assim que conseguir ( e se conseguir) eu posto.
Competição no mercado de trabalho
Cinco mil jornalistas se formam todos os anos no Brasil, mas o diploma não é garantia de emprego. Os candidatos a redatores, editores, chefes de redação e outros cargos tão almejados pelos jornalistas, exigem mais do que formação acadêmica, quem quer realmente conseguir uma vaga no mercado de trabalho, precisa de muita disposição, de uma agenda cheia de contatos, de um apurado feeling para encontrar assuntos que possam ser transformados em furos de reportagem, além de saber trabalhar sobre pressão e conseguir cumprir os prazos estabelecidos.
Com o mercado cada vez mais saturado, outro grande aliado dos jornalistas é o conhecido Q.I, o fator quem indica, hoje chamado de Network, se o jornalista souber se relacionar e tiver uma grande rede de amigos, isso com certeza o ajudará entrar no mercado de trabalho.
Como se não fosse o bastante os jornalistas formados ainda tem que competir com aqueles que não são. O sindicato exige atualmente que qualquer pessoa que trabalhe na área tenha um diploma, mas isso não é o que acontece na prática. A psicóloga Ângela Santiago, por exemplo, faz a acessória de imprensa da banda Barra Pesada desde o inicio. “A Banda ainda não ganha o suficiente para pagar um assessor, então eu mesma faço os release, tiro as fotos, faço contato com as gravadoras, mando textos para os jornais, divulgo os shows, em fim tudo o que um assessor faria. Não vejo problemas nisso, acho que não é uma coisa que acontece só na área da comunicação, hoje em dia todo mundo faz um pouco de tudo. Eu além de assessorar o Barra Pesada ainda administro o negócio dos meus pais.”
Para as pessoas que batalharam durante anos por uma boa formação acadêmica isso é muitas vezes inaceitável, já para aqueles que não tiveram condição ou freqüentaram outros cursos e depois por algum motivo acabaram se envolvendo com a comunicação social, é uma oportunidade, de aprender coisas novas na prática ou de praticar aquilo que gostam e sabem fazer, seja por hobby ou por necessidade. O Dr. José Joaquim Oliveira Monte médico psiquiatra participou durante vários anos da rádio CBN, dando sua contribuição diariamente em programas como o CBN Debate, para ele o que vale é compartilhar conhecimento e fazer aquilo que gosta.
Sobre o blog
O Porvilho do Povo é desenvolvido pelos alunos do 5º período da manhã, do curso de jornalismo da UniBrasil.
O nome do blog é uma alusão ao livro "O Porvir", de Pedro Demo. O autor trabalha com novas linguagens e formas de leitura. Entre outras coisas, aborda o distanciamento entre professores e alunos, a evolução tecnológica e suas implicações políticas, sociais e culturais.
Na disciplina de "Seminários da Comunicação", a cada aula é discutido um tema relacionado ao jornalismo. Durante a semana seguinte, os alunos produzem matérias em áudio, vídeo e texto e publicam no blog.
O nome do blog é uma alusão ao livro "O Porvir", de Pedro Demo. O autor trabalha com novas linguagens e formas de leitura. Entre outras coisas, aborda o distanciamento entre professores e alunos, a evolução tecnológica e suas implicações políticas, sociais e culturais.
Na disciplina de "Seminários da Comunicação", a cada aula é discutido um tema relacionado ao jornalismo. Durante a semana seguinte, os alunos produzem matérias em áudio, vídeo e texto e publicam no blog.
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