Por Rodrigo Bortot
Joel Bortot, diretor regional no sudoeste do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), órgão ligado a Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), já foi entrevistado várias vezes pela mídia impressa, mas recentemente teve a oportunidade de participar de um programa televisivo onde foram abordados assuntos de interesse da indústria regional, experiência definida como única por ele. “No começo fiquei tenso, pois era a primeira vez que dava uma entrevista ao vivo, em um programa de grande audiência na nossa região. Apesar de ter o domínio do assunto me preocupava demais em não fazer feio, pois estava representando diversos empresários da região e de forma alguma poderia mostrar insegurança. Fiquei nervoso, no estúdio você é a peça principal e todos esperam uma boa entrevista, me recordo que na primeira fala tive um pouco de dificuldade”. Quando questionado sobre a abordagem da entrevistadora e o domínio do assunto ele lembra que foi a melhor possível. “Ela foi fantástica, conversamos por cerca de 15 ou 20 minutos antes do início da entrevista, isso sem dúvida me ajudou a ficar tranqüilo. Nesse momento definimos as perguntas que ela me faria e assim pude pensar nas respostas para me expressar da melhor forma. O fato de ela ter o domínio do assunto abordado foi outro ponto positivo na entrevista, quando o jornalista consegue tirar o máximo proveito do entrevistado a matéria se torna muito mais atraente aos telespectadores”.
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Fontes, fontes, precisamos de fontes
Por Gisleine Moreira
Você já parou para pensar como um jornalista aborda a sua fonte? O Porvilho essa semana está encarregado de achar fontes não oficiais, aquelas que contribuem para o bem da matéria e andam desapercebidas no meio da multidão. Qualquer um pode ser fonte, está repórter que vós fala também já foi fonte.
A abordagem dessas pessoas acontecem de várias maneiras. Pode ser em uma conversa formal ou informal na rua, no escritório, na faculdade, pode ser via telefone, e-mail e porque não contactar fontes em sites de relacionamentos famosos como o Orkut. Às vezes formal, outras, informal o jornalista tem por obrigação se adaptar ao estilo das pessoas que irá entrevistar, muitas vezes a câmera e o microfone inibe as pessoas.
Então percorrendo os rostos perdidos na multidão resolvi destacar três histórias com abordagens diferentes, e seus traumas deixados.
O primeiro caso é de um empresário, morador de Curitiba, que prefere não ter seu nome revelado, uma vez que ainda se recupera do estrago que a mídia fez um sua vida. Preso em seu escritório, por irregularidades administrativas, foi capa de quase todos os jornais de Curitiba, saindo inclusive no Paraná TV e Jornal Nacional. Muito além da fonte, ele foi à própria notícia. “O estardalhaço foi grande na hora da minha prisão, mas na hora da retratação todos os veículos de comunicação se calarão”, declarou o empresário que foi conciso. “Quero reconstruir minha vida em paz e longe da grande imprensa”finalizou.
Outro personagem deste texto é Heden Rodrigues, que serviu de fonte para uma matéria que falava sobre estudos. Abordado pela repórter na praça Santos Andrade conta que, quando viu a câmera e o microfone passou todo interessado, a jornalista percebeu o interesse dele e o recrutou. “Achei meio “xoxa” a entrevista, mas certamente falaria com outros jornalistas”.
Um outro tipo de abordagem é a foto, uma imagem vale mais que mil palavras, ou pelo menos é isso que dizem. Com Bruno Dambroski Moreira isso aconteceu, mesmo sem dizer uma palavra, ilustrou o caderno de moda da Gazeta do Povo.
Você já parou para pensar como um jornalista aborda a sua fonte? O Porvilho essa semana está encarregado de achar fontes não oficiais, aquelas que contribuem para o bem da matéria e andam desapercebidas no meio da multidão. Qualquer um pode ser fonte, está repórter que vós fala também já foi fonte.
A abordagem dessas pessoas acontecem de várias maneiras. Pode ser em uma conversa formal ou informal na rua, no escritório, na faculdade, pode ser via telefone, e-mail e porque não contactar fontes em sites de relacionamentos famosos como o Orkut. Às vezes formal, outras, informal o jornalista tem por obrigação se adaptar ao estilo das pessoas que irá entrevistar, muitas vezes a câmera e o microfone inibe as pessoas.
Então percorrendo os rostos perdidos na multidão resolvi destacar três histórias com abordagens diferentes, e seus traumas deixados.
O primeiro caso é de um empresário, morador de Curitiba, que prefere não ter seu nome revelado, uma vez que ainda se recupera do estrago que a mídia fez um sua vida. Preso em seu escritório, por irregularidades administrativas, foi capa de quase todos os jornais de Curitiba, saindo inclusive no Paraná TV e Jornal Nacional. Muito além da fonte, ele foi à própria notícia. “O estardalhaço foi grande na hora da minha prisão, mas na hora da retratação todos os veículos de comunicação se calarão”, declarou o empresário que foi conciso. “Quero reconstruir minha vida em paz e longe da grande imprensa”finalizou.
Outro personagem deste texto é Heden Rodrigues, que serviu de fonte para uma matéria que falava sobre estudos. Abordado pela repórter na praça Santos Andrade conta que, quando viu a câmera e o microfone passou todo interessado, a jornalista percebeu o interesse dele e o recrutou. “Achei meio “xoxa” a entrevista, mas certamente falaria com outros jornalistas”.
Um outro tipo de abordagem é a foto, uma imagem vale mais que mil palavras, ou pelo menos é isso que dizem. Com Bruno Dambroski Moreira isso aconteceu, mesmo sem dizer uma palavra, ilustrou o caderno de moda da Gazeta do Povo.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
O outro lado da entrevista
por: Tamie Ono Lôr
Essa semana fui em busca de uma fonte que já tinha sido entrevista por algum veiculo de comunicação e saber qual foi o resultado, se foi mesmo apresentado tudo como ela responder ao jornalista.
Paula Kern Leipnik Kotouc já foi entrevistada pela mídia várias vezes sobre o mesmo assunto a dupla Sandy e Junior, de quem ela é fã. Mas Paula nós fala de uma entrevista em particular, feita ano passado (30/11/2007) para o programa de TV Atualíssima, do apresentador Leão Lobo.
Paula- Eu estava com mais dois amigos, naquela empolgação antes do show. Reconheci o câmera-man, que era um amigo meu e ele me apresentou pro entrevistador. Contou que eu era a Paula da confusão do fórum (houve uma confusão de uma carta de insatisfação do show com o cancelamento do evento chamado FANFAIR, que seria realizado com uma festa de despedida da dupla para seus seguidores).
Depois das apresentações começaram a nos entrevistar. Perguntaram há quanto tempo éramos fã? Se era o nosso primeiro show? Como reagimos com a separação? Sobre a última turnê? Resumindo estavam perguntando prós e contras, eu falei o que era bom e ruim.
Quando a entrevista foi ao ar, além da edição ter dado um zoom e só ter me deixado centralizada (meus amigos foram cortados), não mostraram as perguntas, apenas as respostas, feita de forma manipulada, mostrando apenas o lado negativo. Não foi só comigo que isso aconteceu, conheço outro menino que foi entrevistado que aconteceu a mesma coisa. No dia em que a entrevista foi ao ar, tentei entrar em contato com a produção do programa através do site, mas não obtive resposta.
Carta de insatisfação: Representantes da insatisfação dos demais fãs, viemos aqui demonstrar nosso descontentamento com a opção da produção e concomitantemente da dupla Sandy e Junior sobre os critérios do último show da dupla. Foram 17 anos construídos por vocês, mas com o nosso apoio. É um absurdo que seja produzido um show que cobre valores absurdos e feito num lugar minúsculo e extremamente elitista. Vocês sabem que os ingressos serão vendidos rapidamente, isso porque muitos fãs fazem de tudo e se desdobram pra ir num show, ainda mais no último. Para completar, vocês ainda cancelaram a FanFair. Era nossa última oportunidade. Agora pergunto: Tudo isso é consideração pelos fãs ou mero capitalismo? Depois da confirmação do último show, fico com a segunda opção. Esse show deveria ser fechado para os fãs com vagas reservadas para fã-clubes. Estamos extremamente tristes, pois não queríamos acreditar que o dinheiro impera nesse meio. Se o que sentimos pela dupla é amor, isso não pode ser comprado por dinheiro algum, e nada mais justo e gratificante que prestigiarmos um show exclusivo, já que nós fomos os responsáveis por seguir e apreciar a carreira inteira. Esperávamos uma despedida com chave de ouro. Mas, utilizando da metáfora, é realmente com ouro que vocês capitalizam o nosso sentimento."
Bruno Carvalho Cardoso também foi entrevistado sobre a dupla Sandy e Junior no show realizado no rio de janeiro no dia 30/11/2007, para o programa de TV Atualissima.
Bruno- No dia do show eu encontrei o repórter, que é meu amigo e como sempredei uma pequena entrevista a ele. Já tinha dado outra entrevista em outro show realizado em Itaguaí.
O repórter começou me perguntando como e por que eu gostava tanto da dupla? Se eu gastava muito dinheiro comprando coisas relacionadas à dupla? Estas coisas.
No meio das minhas respostas comecei a falar sobre a festa Fan Fair (evento que seria realizado pela produção de sandy e Junior para os fãs) e que por ela ter sido cancelada, eu não achava legal a idéia do último show ser aberto à todos afinal não seria uma confraternização apenas com os verdadeiros fãs seguidores durante os 17 anos de carreira.
Sobre o assunto do show falei que o ingresso era caro. Resumindo falei apenas o que eu acreditava e minha opinião sobre tudo isso.
Contudo a montagem foi pesada. Na parte que a Sandy disse que não ligava pro que os fãs diziam, ela não quis dizer com essa intensão, ela se referia à opinião dos fãs no fato do último show ser em São Paulo e não em outro estado. A legenda colocada na matéria também foi feita de má fé, dizia que existia briga entre os fãs e os artistas, sendo que isso era mentira, nunca existiu desavenças. Quando a matéria foi ao ar, deu confusão, outros fãs que não me conheciam e não sabiam da história por trás, ficaram chateados.
Depois da confusão conversei com o repórter que fez a matéria e ele me explicou qual era o foco. Acredito que ele também não deve culpa de como foi feita à edição e o rumo que a reportagem tomou, foi apenas uma junção tão completa de informaçõesque de uma forma ou outra acabou passando um sentido diferente.
http://www.youtube.com/watch?v=57mavIw4650
No vídeo percebe-se que há uma contradição no que os fãs falam e o que a dupla Sandy e Junior fala. A edição foi feita para mostrar que os fãs estavam indignados com os cantores, e estes não estavam ligando para os fãs, só pensavam neles.
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