quarta-feira, 30 de abril de 2008

Brasileiros no exterior

Por Gisleine Moreira

A pauta dessa semana é Jornalismo Internacinal, uma das vertentes era justamente falar com jornalistas da área ou que são correspondentes. Mas como é de conhecimento geral, estudante é um “bicho” quase que discriminado no meio. E com o tempo hábil que temos, eu pelo menos, não consegui uma entrevista de um futuro colega de profissão.
Então resolvi apelar para a outra vertente, brasileiros que estão fora do país. Falei com duas pessoas. A primeira quase um plágio da matéria anterior, falei com uma pessoa que mora em Portugal. A diferença é que a minha entrevistada mora lá apenas há três meses. Quando comecei minha entrevista com Patrícia da Silva uma coisa me chamou atenção, seu primeiro comentário, “Aqui as pessoas lêem muito jornal”, comenta. Para ela o povo de lá gosta muito mais de se informar do que os daqui.
Silva ainda discorre que não vê muitas notícias vinculadas nos meios impressos da “terrinha”, e que para se informar sobre as notícias de sua pátria mãe assiste aos canais Globo e Record, “Esses são os únicos que pegam por aqui, e na TV cabo. Porque aqui quase todos têm esse sistema”, declara.
Para Rafael Loj que hoje reside no nordeste da Escócia, onde segundo ele a cidade conta com 250,000 habitantes. As informações do Brasil lá são bem escassas. Loj declara que sua maior fonte de informação é a Internet, e por muitas vezes os amigos residentes no Brasil fazem o papel de repórter e transmitem algumas informações via MSN.
“Informações sobre o Brasil aqui? Alguns conhecem o Paulo Coelho! O povo europeu quase não tem notícias sobre o Brasil” comenta. Canais brasileiros na Escócia se têm ele nunca viu, nem teve conhecimento de alguém que tenha. “Conversando com o pessoal daqui alguns perguntam como e a tal da doença da dengue que passou no jornal uns meses atrás”.
Quando perguntei para ele se nesse período em que mora lá já havia lido algo sobre o Brasil em algum veiculo impresso, a resposta foi, “Em jornal impresso: nada, e olha que leio jornal diariamente”, afirma.
E durante nossa conversa ainda me disse que lá os únicos brasileiros que aparecem nos noticiários, são jogadores de futebol em times locais. E que na média a imagem que eles tem, é que moramos em um país extremamente violento e excessivamente pobre. “Quando eu falo sobre Curitiba pra eles sobre nossos parques, shoppings, prédios e etc, não acreditam”. Seu comentário mais indignado é que quando pensam em praias, sempre falam de Turquia, Espanha, Portugal, Caribe, segundo suas palavras “Brasil nem pensar”.
E é lógico que a fatídica pergunta sobre o caso que “abalou o país” nas últimas semanas não poderia faltar. Para o meu espanto quando eu o indaguei o que ele sabia sobre o caso “Isabella Nardoni” a resposta foi clara e concisa “Absolutamente nada, o que sei, li no site do Terra”, encerra. Essa resposta me causou estranheza, pois afinal no Brasil temos o passo a passo do caso e no exterior as reportagens foram completamente sucintas, e no caso da Escócia nem sequer foi comentada.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Jornalismo brasileiro em Portugal

por: Tamie Ono Lôr

A Lubélia Inês é portuguesa e mora em Lisboa. Ela respondeu a entrevista a respeito de programas e jornais brasileiros, a forma como as notícias são divulgadas, para as pessoas que se encontram fora do Brasil.

1- Quais são os programas e noticiários brasileiros que passam aí em Portugal? Em qual canal?

Aqui em Portugal passam a maior parte dos programas e noticiários da TV Globo da TV Record e da SBT, pois temos acesso a esses canais através da TV Cabo.

2- Qual dos programas você mais assiste e porque?

Assisto aos noticiários da Record(Domingo Espectacular e Jornal da Record) e aos programa de entretenimento da Record (Tudo é Possivel, Melhor do Brasil, Show do Tom), porque são os mais interessantes e também porque a TV Record é o único canal Brasileiro que é de livre acesso dentro do serviço TV Cabo que tenho.

3- E qual noticiário? E porque?

Dos 2 noticiários que citei anteriormente vejo mais o Jornal da Record porque tenho curiosidade em saber o que se passa no Brasil.

4- Você costuma acompanhar noticias de fatos brasileiros também pela internet?

Sim, nos sites da especialidade

5- O que você acha do foco dado pela noticia? É a mesma da internet? O que ela tem de diferente?

Acho que na TV o foco é maior causa mais impacto até pelo simples facto de ser transmitido oralmente. Além disso na internet existem muito mais fontes, e as versões da mesma noticia são muito mais , logo não é tão fiável.

6- Você tem conhecimento sobre o caso mais comentado aqui no Brasil, o da menina Isabella Nardoni?

Tenho sim, porque na altura que isso aconteceu foi transmitido aqui pelos noticiários das emisoras de Portugal.

7- O que você viu nos noticiários sobre essa tragédia?

Os noticiários explicaram o que aconteceu , como aconteceu e onde aconteceu. Mas só mesmo isso porque o desenvolvimento do caso não voltou a ser comentádo nos noticiários nacionais.

8- O que há de diferente do noticiário portugues e brasileiro?

Tem uma grande diferença na maneira como as noticias são dadas, no brasileiros os jornalista põe mais impacto dá sempre aquele ar de tragédia aqui não é assim é mais calma a maneira de dar a noticia seja ela qual for. Outra diferença em termos de tipo de noticias é que ai a maior parte das noticias têm a ver com acontecimentos de problema em favelas, assaltos, mortes essas coisas aqui não tem tanto disso, as noticias são muito variadas e fala-se também muito em assuntos de outros paises.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Quer conhecer Gisleine?

por: Eduardo Leprevost, Rodrigo Bortot e Tamie Ono Lôr

A nossa entrevistada é Gisleine Moreira de 25 anos, estudante de jornalismo do quinto período da Unibrasil। Não tem forma melhor para defini-la do que seus apelidos Gizzmo, folhinha de maconha, mamãe, blusinha de melancia, biscatinha, pegadora, fanta, uvinha, mamis, Gi, Gisele, Gislene, Gislaine, gostosinha, bundão, bitch, comedora de grama, pega negão, pega japa, pega nazista, dona do Severino, fazedora de bombom, motorista, tia do Uno, Van da Gi. Cada um deles tem uma história, como Gizzmo - forma muito carinhosa dada pelo nosso ex-cordenador Victor; Folhinha de maconha- por causa de uma blusa de lã; Mamãe - pelo seu jeito cuidadoso com os amigos; Todos os outros apelidos revelam um pouco da Gisleine.



Vejam o video com a entrevista feita na faculdade, para conhecer um pouco mais dessa menina.






Um garoto,uma história, cultura e música

Por: Adriane Lourenço, Bruna Nicz ,Gael Gonçalves, Karina Mancini e Simone Vitorino

Ele é de Campinas, gosta de cinema, música e arte. Veio para Curitiba pois seu pai foi transferido pela empresa, é filho único e quase trancou o curso de jornalismo para fazer publicidade. É indeciso e gostaria de ser mais determinado, com esse jeito único de ser entrevistamos Éder Elias Junior, saiba mais sobre a história e o leque cultural desse cara!





Frase Do Dia:"Cada criança, ao nascer, traz-nos a mensagem de que Deus ainda não perdeu a esperança no homem."
(Tagore)


Obrigado por visitarem nosso blog e comentem!
Que Deus Abençoe vocês e tenham um lindo Final de Semana!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Duds Hetfield

*Por Anderson Mendes, Juliana Antunes, Gisleine Moreira, Graziela Fiorilo e Sheila Gorski



Eduardo da Veiga Leprevost, 21 anos, o típico loirinho de olhos azuis, curte o lema: amigos, cerveja, sexo e rock’n roll. Esse torcedor do Fluminense pretende começar como jornalista no rádio, mas sonha ser rock star.
Melhor nos despedirmos dessa introdução para que o Eduardo possa fechar quatro vezes a porta, como é costume.

Veja os videos da entrevista em duas partes com o Eduardo.




sexta-feira, 18 de abril de 2008

A minha visão da entrevista!

Eu gostei da matéria, apesar da intensão do trabalho ser uma entrevista sobre assuntos variados, o grupo abordou principalmente um tema. Não estou reclamando, pois muitas vezes sou conhecida pelo meu amor à dupla, contudo foram abordados outros temas, que acabaram entrando na matéria como adicional!

Mas a uma coisa que não gostei na matéria... Meu nome está escrito de forma errada! Atenção Adriane, Bruna, Gabriel e Simone, faz três anos que estudamos juntos, vocês já aprenderam que meu nome não tem acento!

Gostei muito também que vocês usaram fotos para ilustrar a matéria, o que não aconteceu nos outros grupos.

Acho que a matéria foi muito bem feita, e a idéia do trabalho realizada pelo Harmata, inovadora e bem aceita pelos alunos que participaram ativamente da produção das matérias.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Minha vida na Web


É estranho ver sua vida, ou parte dela, estampada para qualquer um ler.
Vamos por partes. Eu falei que eu vou ter polaquinhos não por preferência, mas segundo minhas aulas de biologia um fenótipo loiro de olhos claros com outro do mesmo fenótipo produz seres desse mesmo fenótipo. =D Essa história da ama-de-leite é uma coisa do Eduardo, que me chama assim por eu gostar realmente muito de criança. Mas acho que outras pessoas podem não entender.
Achei legal a construção do texto, bem diferente. E realmente achei que pegariam mais pesado revelando fatos terríveis. Tirando as frases do primeiro parágrafo, foram todas palavras minhas e construídas de acordo com a verdade.
Legal que ficará um diário na web para daqui dez anos eu ler e ver se deu certo.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Dôssie com Tamie

Por: Adriane Lourenço, Bruna Nicz,Gabriel Gonçalves e Simone Vitorino



A entrevistada de hoje é uma garota que admira e muito o trabalho de uma dupla musical.Ela já foi em vários shows,tem fotos com eles,sabe tudo sobre a vida deles,acompanha cada minuto e sabe qual será o próximo passo dessa dupla super pop. Sim ela está bem antenada em tudo que acontece com Sandy & Junior. Agora eles seguem caminhos diferentes e mesmo assim a paixão por eles ainda permanece.Contudo fizemos uma espécie de questionário para a nossa entrevistada responder,vamos ver o que ela falou sobre tudo isso:


Você se considera uma fã de carteirinha?

Na verdade me considero sim, já viajei diversas vezes para ir em shows e na gravação do Acustico. Faço parte do fã-clube desde a sua criação em 1999, acompanhei cada fase. e até hoje depois da separação eu ainda estou no fã clube As 4 estações, que ainda mantemos.


Quanto tempo você gasta procurando coisas deles?

bom o tempo é complicado sou fã deles desde o começinho, a 17 anos atras. Mas começei a colecionar coisas deles apartir de 1996. Eu tô sempre procurando informações sobre eles, todo dia entro em 3 sites relacionados a eles, para ficar informada das novidade, além dos papos por msn e telefone com outros fãs.


Quais as maiores 'loucuras' que já fez por seus ídolos?

Bom loucura teve várias, desde dormir no local do show, esperar eles horas a fio, bater de frente com familia porque eu ia viajar para ver o mesmo show dela quinta vez. a unica coisa que não fiz foi invadir camarim, e recrimino quem faz, afinal eles tem um bom relacionamento com os fãs, acho que esse tipo de atitude é desnecessária.


Já passou por alguma situação embaraçosa por ser fã de Sandy e Junior?
Bom situação embaraçosa, não. eu sempre admiti que sou fã da dupla, nunca escondi. Eu tenho orgulho de dizer que amo Sandy e Junior, mas sempre tem os amigos que tiram sarro desde o colégio, familia e faculdade, isso é normal, mas já me acostumei.

Você ja brigou com pai, mãe, ou quem quer tente desencorajar o seu gosto e admiração?
Ah sim, com a minha avó principalmente ela chama isso de fanatismo. No ultimo show deles que foi em São Paulo dia 27 de novembro de 2007, a minha avó não queria que eu fosse, eu ja tinha viajado demais para ve-los naquele ano e ela não estava com um bom presentimento, de qualquer foir ma bati o pé. Foi o melhor show da minha vida.

Já Chorou pelos seus ídolos?
Nossa e como já chorei. Já chorei quando conheci eles pela primeira vez no camarim, no começo de cada show, mas em especial no ultimo show da dupla eu chorei demais, não tinha como, mais de 4.00 pessoas cantando juntos, foi uma emocão incrivel para os artistas, e para os fãs (todos choravam, inclusive a dupla e seus pais).

Sentem ciúmes dos outros fãs?
Não eu não sinto ciumes, até porque quando você é fã de verdade, faz amizade com outras pessoas que tem o mesmo interesse. Fiz amizade pelo Brasil inteiro e tenho muitos amigos que quero muito bem, que só conheci graças a dupla!


Quando começou a sua paixão pela dupla?
Tamie: Desde pequena eu gosto deles, mas foi quando a minha avó gravou um clipe que se passava na Disney da musica Maria chiquinha.E a partir daí eu me apaixonei pela dupla.Fiz muitos amigos do fã clube.

Qual foi a maior aventura que você já fez por eles?
Tamie: A maior aventura que eu fiz ,foi ir para o Guarujá (de van) sem hotel reservado nem nada.E o ultimo show deles em São Paulo.

Se torna cansativo assistir sempre os shows?
Tamie: Não,porque cada show é único por causa do publico etc.

Qual foi o pior show deles que você foi?
Tamie:O pior show deles foi no Curitiba Máster Hall ano passado.



ADICIONAL!

As próximas perguntas não tem referência com a dupla, são curiosidades sobre o " lado A" da tamie.

O que você acha da cultura Curitiba?
Tamie: Ela tem muito para crescer , o curitibano não valoriza a cultura local,mas se for algo de São Paulo, Rio de Janeiro lota teatro, musical etc.

Onde você se vê daqui a 10 anos?
Tamie: Na Europa ,quero morar na Espanha.

Um momento que marcou a sua vida?
Tamie: O 1º encontro encontro com Sandy e Junior ,quando fui no camarim.Foi inesquecível.
Essa materia foi feita para conhecer um pouco mais sobre essa garota!
Gostaríamos de agradece-lá pela entrevista e por ceder suas fotos!
Obrigado Tâmie!
Frase do Dia:
"Não creias que, rompida uma amizade, não tenhas mais deveres a cumprir. São os deveres mais difíceis, nos quais só a honradez te sustenta. Deves respeito à antiga amizade. Deves abster-te de tornar as brigas públicas e de falar delas, a não ser para te justificares. "
(Anne-Therese Lambert)
Isso aí pessoal e vocês já sabem: Comentem!!!

terça-feira, 15 de abril de 2008

De Sheila a Sheila

Por: Eduardo V. Leprevost, Gisleine Moreira, Rodrigo Bortot e Juliana Antunes.

"O povo curitibano prefere morrer atropelado, do que dar uma corridinha”.

Para quem não sabe:
Sheila Irene fez cinco anos de piano e dez anos de ballet.
Sheila Irene tem um cão chamado Einstein.
Sheila Irene adora ler. Segundo ela, não tem um estilo preferido, mas adora os clássicos e livros escritos por jornalistas.
Sheila Irene tentou arquitetura junto com jornalismo, mas não conseguiu passar e hoje dá graças a Deus pelo jornalismo.
Sheila Irene pretende seguir carreira como jornalista. Quer ser mestra, mas não sabe no que ainda, segundo suas próprias palavras.
Sheila Irene namora um outro estudante de jornalismo, último ano, mesma faculdade. Ele cursa em paralelo história na UFPR.
Sheila Irene pretende casar com ele.
Sheila Irene quer ter filhos com ele, vários....polaquinhos de preferência.
Sheila Irene quer muito ser mãe. Segundo ela, é seu sonho de vida.
Sheila Irene é ama-de-leite.
Sheila Irene tem uma risada capaz de partir prédios ao meio.
Sheila Irene é apresentadora do programa Holofote.

Na coletiva
Sheila Irene disse: teatro é terrível para ganhar dinheiro.
Sheila Irene disse: que apresentar o Holofote é um trabalho que requer estudo, sempre procurando um novo viés, para a entrevista.
Sheila Irene disse: para entrevistar, tem que saber ouvir mas, em determinados momentos, ela viaja na resposta do entrevistado.
Sheila Irene disse: que teve um ataque de riso quando um entrevistado proferiu a seguinte frase, “O povo curitibano prefere morrer atropelado, do que dar uma corridinha”. E justificou, “Ri porque eu sempre falo isso”.
Sheila Irene disse: que é metódica.
Sheila Irene disse: que daqui uns dez anos quer ter feito várias viagens, ter dupla nacionalidade, ter dois filhos de olhos azuis, uns seis sobrinhos, e estar atuando na vida acadêmica.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Entrevista João Pedro

Por Adriane Louremço, Eder Elias Jr, Gael Gonçalves, Karina Mancini

Você parou de fumar a pouco tempo, como esta sendo essa experiencia?
-Estou há 11 dias sem fumar e não me faz falta! Ah, ficar gastando dinheiro com cigarro não é legal.

Com quantos anos você começou a fumar?
- Comecei com 13 anos, pra me enturmar mesmo e quando vi já estava viciado.

Você não pensa em levar o teatro como profissão??
- Com o teatro você não ganha dinheiro, é preciso ter muita paixão, batalhar muito pra que algo de certo. No começo você até paga pra atuar.

E a carreira de ator?
- Não sei dizer, se eu for seguir vai ser como segunda opção. Poucas pessoas conseguem viver do teatro, só levando como hobby mesmo, tendo seu emprego fixo e tudo mais.

Depois disso tudo o que vai sobrar do João Pedro ator?
- Ah, o arrojo de chegar nas pessoas quebrando o gelo, a coragem, desenvoltura...

O que significam as suas tatuagens?
- eu tenho uma guitarra no braço, com uma caveira, muitas pessoas falam que a caveira representa a morte e tal, mas pra mim representa a eternidade da musica, no meu sangue, na minha alma como um todo.
Nas costas tenho um sol e uma lua entrelaçados, isso já é um papo mais hippie, psicodélico, representa a união de tudo no universo.

Seu objetivo com o jornalismo é ser acessor de imprenssa?
- Sim, acho que me dou bem com o publico, no relacionamento interpessoal.

Onde você se vê daqui há dez anos?
- Meu plano assim que terminar a faculdadeé ir para Australia ou pra Nova Zelandia, fazer cursos de acessoria ou jornalismo no geral, lá não vou poder escolher entre acessoria e reportagem. Quero tentar tirar dupla nacionalidade e ficar por lá.

Por que esses dois países?
- Ah é um país de colonização inglesa, tem todo a pontualidade, a educação, o lado bom dos ingleses mas sem eles!! (risos)
No começo vou lavar pratos, limpar hotel, mas em uns cinco ou seis anos já estarei fazendo os cursos que quero. Em dez anos vou estar com a cerreira estabilizada no país, trabalhando com biodisel!

E a vida pessoal como fica?
- Minha vida pessoal vai se tranformar em um grande ponto de interrogação assim que terminar a faculdade.

Quais são os seus escritores favoritos?
- Nelson Rodrigues, Plinio Marcos, Mario Quintana, gosto muito de livros de mistério, teatro, histórias...

Você tem algum ídolo?
- Marino Junior

Qual o seu maior sonho?
- Sou bem capitalista, quero ter uma boa casa, um bom carro, rendimentos que me permitam fazer o que quiser. Quero uma pessoa ao meu lado que me compreenda e queira as mesmas coisas que eu.

Qual a sua religião?
- Não tenho bem uma religião, acredito em Deus, converso com ele sempre que posso mas acho que não preciso estar dentro de uma igreja pra encontrar com Deus. Eu pego o que acho de legal em cada religião e carrego pra minha vida.

Qual foi o momento que mais marcou a sua vida?
- Foi uma festa de natal, quando eu comuniquei a minha familia que iria fazer faculdade de Jornalismo, eles não acrediataram achavam que eu ia fazer direito, engenharia sei la...
Mas estou aqui firme e forte!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Fonte; o meu pai

Por Rodrigo Bortot

Joel Bortot, diretor regional no sudoeste do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), órgão ligado a Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), já foi entrevistado várias vezes pela mídia impressa, mas recentemente teve a oportunidade de participar de um programa televisivo onde foram abordados assuntos de interesse da indústria regional, experiência definida como única por ele. “No começo fiquei tenso, pois era a primeira vez que dava uma entrevista ao vivo, em um programa de grande audiência na nossa região. Apesar de ter o domínio do assunto me preocupava demais em não fazer feio, pois estava representando diversos empresários da região e de forma alguma poderia mostrar insegurança. Fiquei nervoso, no estúdio você é a peça principal e todos esperam uma boa entrevista, me recordo que na primeira fala tive um pouco de dificuldade”. Quando questionado sobre a abordagem da entrevistadora e o domínio do assunto ele lembra que foi a melhor possível. “Ela foi fantástica, conversamos por cerca de 15 ou 20 minutos antes do início da entrevista, isso sem dúvida me ajudou a ficar tranqüilo. Nesse momento definimos as perguntas que ela me faria e assim pude pensar nas respostas para me expressar da melhor forma. O fato de ela ter o domínio do assunto abordado foi outro ponto positivo na entrevista, quando o jornalista consegue tirar o máximo proveito do entrevistado a matéria se torna muito mais atraente aos telespectadores”.

Estudantes forasteiros em Curitiba

Por Ânderson Mendes

Curitiba tem um dos principais e potenciais pólos universitários do Brasil, e atrai não somente pessoas do interior do estado, mas de todo o país. Na busca pelo diploma de ensino superior, estudantes que recém saíram do ensino médio partem para o início de uma nova fase de suas vidas. E muitas vezes essa nova fase é longe dos familiares.

Por ser uma capital que possui casas estudantis, pensionatos e repúblicas estudantis e várias outras formas de moradia estudantil gera uma economia diferenciada na cidade, recebendo estes estudantes que muitas vezes passam por vitórias e dificuldades.

E é a partir desta idéia, conversamos com um grupo de amigos estudantes que vieram a Curitiba em busca do trabalho ou estudo, eles se conheceram na faculdade, nas casas estudantis, ou até mesmo em pequenas reuniões. Hoje, este grupo de amigos, sabe o que o aperto de tanta saudade, e o que antes era muita mordomia, agora é responsabilidade.

Quando perguntei ao grupo como foi feita a escolha na hora de procurar uma moradia, Aline*, estudante de Educação Artística, na UFPR (Universidade Federal do Paraná), diz que na hora de escolher uma casa de estudante pra morar se baseou principalmente pela questão financeira, pois o preço é bastante acessível em relação a alugar um apartamento que muitas vezes ficam com custo acessível mais na periferia, e as casas de estudantes têm preços bons. Leonardo, da Engenharia Química da UFPR, diz “Curitiba te dá essa sensação de cidade pequena, ao mesmo tempo grande, segura, limpa...”, ele mora num apartamento no bairro Cristo Rei que é próximo do centro.

Os entrevistados que moram em apartamentos com dois ou três amigos disseram escolher este tipo de moradia pela privacidade e pelo conforto, o fato de ter um quarto individual, ambientes específicos para preparo de alimentos e banheiros que não são coletivos trás certa comodidade familiar. “Para morar em casa de estudante requer muita paciência, tudo é muito coletivo, o que muitas vezes implica na relação social, também há questões políticas. Mas tem o seu lado positivo, pois temos café da manhã, roupa lavada serviços de casa que garantem paz nos estudos. Dividir quarto com duas ou três pessoas chega a ser um problema às vezes, mas é um bom começo pra dinamizar conceitos, mas gostaria de morar em um apartamento, mesmo.”, diz Alan, estudante de Turismo na UP (Universidade Positivo).

O ex-morador Borges, da CEU-PR (Casa do Estudante Universitário do Paraná), que hoje mora em uma casa com alguns colegas – enfatiza o quarto individual – diz que paga praticamente três vezes mais do que quando era um ceuquiano – termo para morador da casa. Apesar do preço, diz que se sente melhor em levar visitas na sua atual residência, isto pelo fato da casa ter mais espaço e não incomodar suas véias – outro termo usado em casas de estudantes, este para designar seu companheiro de quarto em relação às mães destes. Mas diz sentir falta do grupo de amigos, e de sua ala com seus jogos de trucos que aconteciam nos corredores da CEU-PR. Hoje, cheios de obrigação, tem de pagar até faxineira, mas que não se incomodava das obrigações de ser guardião – vigia por uma noite – ou participar de assembléias e limpezas que eram feitas em mutirão.

“Morar com outras pessoas, independente de ser em apartamento, ou em uma casa estudantil, as pessoas passam a ter uma preocupação e como os demais colegas, há um bom companheirismo, e substitui os pais em momentos.”, diz Montagnoni. Contudo, nas casas de estudantes essa relação é mais aparente, pois são muitas pessoas conhecidas morando juntas, em outros casos, nem sempre uma pessoa terá empatia pela outra, por isso as relações são mais complicadas, porém compreensível. Mas essas relações nem sempre são só complicadas, elas nos dão a possibilidades de crescer e se relacionar melhor com as pessoas, como revelou os entrevistados.

Quando se trata de terminar a faculdade os amigos dizem que é uma etapa que será somente pensada durante os anos finais de seus respectivos cursos, pois as mudanças são curtas dentro de alguns anos na Universidade. “É muita coisa pra se pensar no momento”, diz Montagnoni. "Mas a idéia tem que ser alcançada logo, pois senão fica difícil depois.", diz Gilberto, que faz Engenharia Civil.

Esse assunto mexeu um pouco com o entusiasmo da conversa, pois pensar o futuro é algo que não está ainda na nova rotina. “Morar em Curitiba está me trazendo várias possibilidades, e isso eu vou aproveitar.", diz Paulo. E é desse modo que os estudantes analisam a nova rotina na universidade.

* Entrevistado(a) autorizou a citação somente com nome fictício.


A imprensa nas cidades do interior


As cidades do Norte do Paraná tem uma imprensa aquecida, em menor escala é claro, já que as fontes são poucas e como o sonho de todo Bacharel em jornalismo é ir para grandes centros urbanos, desnvolver seu trabalho, ficar famoso e ir para um centro urbano maior ainda.Isso restringe um pouco as redações de cidades menos populosas a jornalistas já "viciados" em um estilo de trabalho e focas sem vivência de mercado.O prefeito de Wenceslau Braz, Cristovam Andraus Jr.(PSDB) habitualmente tem sua opinião questionada a cerca de assuntos de interesse da cidade, da sua vida pessoal, dos seus planos para o futuro da cidade.Com a vasta experiência adquirida em lidar com o imprensa ele diz, em entrevista por e-mail, que "isso de dar entrevista, é fácil". Explica que os jornalistas da cidade são como grandes amigos, por já conhecer cada um deles e saber a sua forma de trabalhar, sendo assim, já se prepara para ar ao repórter exatamente o que ele esta procurando. Durante a entrevista por e-mail ele se mostrou uma pessoa de fala fácil, eloquente, prestativo. O que quebrou o estigma de que o político é aquele ser impossível de se entrevistar para quem esta na faculdade.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Amor pelo futebol....americano

Por: Eduardo V. Leprevost


O blog essa semana trata de fontes que já apareceram na mídia uma vez ou outra. Pode ser qualquer pessoa (o amigo, vizinho, tio, um conhecido no trabalho ou na faculdade). No começo não lembrava de nenhum caso em que algum amigo ou conhecido tivesse aparecido, ai o desespero de não conseguir postar no dia começou a bater e o medo de perder 0,5 pontos na média passou a me dominar.

A principio, iria fazer uma matéria sobre minha aparição no Diário Catarinense, um dos jornais comuns de Florianópolis. Fui entrevistado numa feira de animais que estava rolando no Shopping Beira Mar (coisa que tem todo ano lá). Mas pensei a respeito e decidi não postar sobre isso, afinal, não seria legal eu ficar falando aqui do tamanho da jibóia que estava exposta lá. E que jibóia...Com o passar do tempo lembrei de um amigo que apareceu no caderno de esportes da Gazeta do Povo ano passado.

Pedro Eger Vera é formado em educação física pela universidade Unicenp e ano passado ele e seus amigos foram procurados para dar uma entrevista sobre o time de futebol americano que montaram aqui em Curitiba. “O intuito da entrevista que demos foi, além de mostrar que se pode praticar esse esporte aqui, de tentar expandi-lo no Brasil”, diz Pedro. “Não há muito investimento nesse tipo de esporte justamente por que não é muito conhecido aqui. Nos EUA, por exemplo, lugar de origem do dito, eles têm o Super Bowl, que é como se fosse o nosso campeonato brasileiro, e esse evento gera muito dinheiro por lá, é uma coisa de louco”.

“Quando podemos, praticamos todos finais de semana no Bosque do Papa e também estamos querendo participar do torneio que rola em Ponta Grossa. O legal é que agora estamos criando o uniforme e todos os outros acessórios. Espero que assim, um dia, o futebol americano comece a ser praticado nos diversos cantos do Brasil”.

Infelizmente, o Brasil só dá espaço para o futebol (é o que eu acho pelo menos). Quando um esporte novo ou de outro lugar tenta se fixar para diversificar o cenário, não é bem recebido ou não é recebido de jeito nenhum.

Fonte: Professora de piano e a RPC

Por Sheila Gorski

Maria Helena Seixas, professora de piano, em 2006 foi entrevistada pelo Paraná TV primeira edição. A matéria era sobre um tratamento contra estrias e se passava na clínica da nora de Maria Helena. “Antes das filmagens a repórter conversou comigo, como seria, o que ela iria perguntar. O câmera também me falou como eu deveria me posicionar, parecia bem experiente”. Quando pergunto se a matéria e as falas saíram como o esperado Maria Helena afirma que tudo saiu como o planejado e não houve cortes ou partes indesejadas que prejudicassem sua imagem. "A equipe de reportagem ajudou bastante, até porque era uma matéria bem pessoal para mim. Enquanto eles arrumavam os equipamentos conversavam comigo, foi tudo muito tranquilo".

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Fontes, fontes, precisamos de fontes

Por Gisleine Moreira

Você já parou para pensar como um jornalista aborda a sua fonte? O Porvilho essa semana está encarregado de achar fontes não oficiais, aquelas que contribuem para o bem da matéria e andam desapercebidas no meio da multidão. Qualquer um pode ser fonte, está repórter que vós fala também já foi fonte.

A abordagem dessas pessoas acontecem de várias maneiras. Pode ser em uma conversa formal ou informal na rua, no escritório, na faculdade, pode ser via telefone, e-mail e porque não contactar fontes em sites de relacionamentos famosos como o Orkut. Às vezes formal, outras, informal o jornalista tem por obrigação se adaptar ao estilo das pessoas que irá entrevistar, muitas vezes a câmera e o microfone inibe as pessoas.

Então percorrendo os rostos perdidos na multidão resolvi destacar três histórias com abordagens diferentes, e seus traumas deixados.

O primeiro caso é de um empresário, morador de Curitiba, que prefere não ter seu nome revelado, uma vez que ainda se recupera do estrago que a mídia fez um sua vida. Preso em seu escritório, por irregularidades administrativas, foi capa de quase todos os jornais de Curitiba, saindo inclusive no Paraná TV e Jornal Nacional. Muito além da fonte, ele foi à própria notícia. “O estardalhaço foi grande na hora da minha prisão, mas na hora da retratação todos os veículos de comunicação se calarão”, declarou o empresário que foi conciso. “Quero reconstruir minha vida em paz e longe da grande imprensa”finalizou.

Outro personagem deste texto é Heden Rodrigues, que serviu de fonte para uma matéria que falava sobre estudos. Abordado pela repórter na praça Santos Andrade conta que, quando viu a câmera e o microfone passou todo interessado, a jornalista percebeu o interesse dele e o recrutou. “Achei meio “xoxa” a entrevista, mas certamente falaria com outros jornalistas”.

Um outro tipo de abordagem é a foto, uma imagem vale mais que mil palavras, ou pelo menos é isso que dizem. Com Bruno Dambroski Moreira isso aconteceu, mesmo sem dizer uma palavra, ilustrou o caderno de moda da Gazeta do Povo.





segunda-feira, 7 de abril de 2008

Celebridade em Curitiba

Pois é meu POVO parece que semana passada tivemos um hóspede bem importante em nossa cidade....Fernandinho Beira-Mar...hóspede bem caro por sinal...900 mil reais...Beira-Mar responde pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro, homicídio e tráfico de armas.... Bom mas acredito que ele realmente merece tanta proteção de nosso estado, não é mesmo? Então vejamos um "BOOK "da nossa celebridade protegida pela Polícia Federal...

Fotoreportagem de Simone Vitorino e Bruna Nicz
03/04/08
Local:Delegacia da Polícia Federal
Horário:13:23

O outro lado da entrevista

por: Tamie Ono Lôr

Essa semana fui em busca de uma fonte que já tinha sido entrevista por algum veiculo de comunicação e saber qual foi o resultado, se foi mesmo apresentado tudo como ela responder ao jornalista.

Paula Kern Leipnik Kotouc já foi entrevistada pela mídia várias vezes sobre o mesmo assunto a dupla Sandy e Junior, de quem ela é fã. Mas Paula nós fala de uma entrevista em particular, feita ano passado (30/11/2007) para o programa de TV Atualíssima, do apresentador Leão Lobo.

Paula- Eu estava com mais dois amigos, naquela empolgação antes do show. Reconheci o câmera-man, que era um amigo meu e ele me apresentou pro entrevistador. Contou que eu era a Paula da confusão do fórum (houve uma confusão de uma carta de insatisfação do show com o cancelamento do evento chamado FANFAIR, que seria realizado com uma festa de despedida da dupla para seus seguidores).
Depois das apresentações começaram a nos entrevistar. Perguntaram há quanto tempo éramos fã? Se era o nosso primeiro show? Como reagimos com a separação? Sobre a última turnê? Resumindo estavam perguntando prós e contras, eu falei o que era bom e ruim.
Quando a entrevista foi ao ar, além da edição ter dado um zoom e só ter me deixado centralizada (meus amigos foram cortados), não mostraram as perguntas, apenas as respostas, feita de forma manipulada, mostrando apenas o lado negativo. Não foi só comigo que isso aconteceu, conheço outro menino que foi entrevistado que aconteceu a mesma coisa. No dia em que a entrevista foi ao ar, tentei entrar em contato com a produção do programa através do site, mas não obtive resposta.

Carta de insatisfação: Representantes da insatisfação dos demais fãs, viemos aqui demonstrar nosso descontentamento com a opção da produção e concomitantemente da dupla Sandy e Junior sobre os critérios do último show da dupla. Foram 17 anos construídos por vocês, mas com o nosso apoio. É um absurdo que seja produzido um show que cobre valores absurdos e feito num lugar minúsculo e extremamente elitista. Vocês sabem que os ingressos serão vendidos rapidamente, isso porque muitos fãs fazem de tudo e se desdobram pra ir num show, ainda mais no último. Para completar, vocês ainda cancelaram a FanFair. Era nossa última oportunidade. Agora pergunto: Tudo isso é consideração pelos fãs ou mero capitalismo? Depois da confirmação do último show, fico com a segunda opção. Esse show deveria ser fechado para os fãs com vagas reservadas para fã-clubes. Estamos extremamente tristes, pois não queríamos acreditar que o dinheiro impera nesse meio. Se o que sentimos pela dupla é amor, isso não pode ser comprado por dinheiro algum, e nada mais justo e gratificante que prestigiarmos um show exclusivo, já que nós fomos os responsáveis por seguir e apreciar a carreira inteira. Esperávamos uma despedida com chave de ouro. Mas, utilizando da metáfora, é realmente com ouro que vocês capitalizam o nosso sentimento."
Bruno Carvalho Cardoso também foi entrevistado sobre a dupla Sandy e Junior no show realizado no rio de janeiro no dia 30/11/2007, para o programa de TV Atualissima.

Bruno- No dia do show eu encontrei o repórter, que é meu amigo e como sempredei uma pequena entrevista a ele. Já tinha dado outra entrevista em outro show realizado em Itaguaí.
O repórter começou me perguntando como e por que eu gostava tanto da dupla? Se eu gastava muito dinheiro comprando coisas relacionadas à dupla? Estas coisas.
No meio das minhas respostas comecei a falar sobre a festa Fan Fair (evento que seria realizado pela produção de sandy e Junior para os fãs) e que por ela ter sido cancelada, eu não achava legal a idéia do último show ser aberto à todos afinal não seria uma confraternização apenas com os verdadeiros fãs seguidores durante os 17 anos de carreira.
Sobre o assunto do show falei que o ingresso era caro. Resumindo falei apenas o que eu acreditava e minha opinião sobre tudo isso.
Contudo a montagem foi pesada. Na parte que a Sandy disse que não ligava pro que os fãs diziam, ela não quis dizer com essa intensão, ela se referia à opinião dos fãs no fato do último show ser em São Paulo e não em outro estado. A legenda colocada na matéria também foi feita de má fé, dizia que existia briga entre os fãs e os artistas, sendo que isso era mentira, nunca existiu desavenças. Quando a matéria foi ao ar, deu confusão, outros fãs que não me conheciam e não sabiam da história por trás, ficaram chateados.
Depois da confusão conversei com o repórter que fez a matéria e ele me explicou qual era o foco. Acredito que ele também não deve culpa de como foi feita à edição e o rumo que a reportagem tomou, foi apenas uma junção tão completa de informaçõesque de uma forma ou outra acabou passando um sentido diferente.

http://www.youtube.com/watch?v=57mavIw4650
No vídeo percebe-se que há uma contradição no que os fãs falam e o que a dupla Sandy e Junior fala. A edição foi feita para mostrar que os fãs estavam indignados com os cantores, e estes não estavam ligando para os fãs, só pensavam neles.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Infoluxo

Por: João Pedro e Anderson Leandro

Produto: News letter da comunidade GLBT
Descrição: Informativo com enquetes, atividades culturais, debates, informações sobre DSTs, direitos humanos, humor e outros assuntos de interesse da comunidade.
Formato: News letter semanal, distribuição via e-mail
Objetivo: Levar a comunidade GLBT informações sobre DST, Culturais, combate a homofobia, melhores baladas.
Por que é diferenciado: Não existe publicação do genero em Curitiba, por colocar em pauta um setor que não tem visibilidade

A Síndrome do Pânico

Por: Adriane Lourenço ,Gabriel Gonçalves, Karina Mancini

Foto:
http://img523.imageshack.us/img523/8070/medomm1.jpgack.us/img523/8070/medomm1.jpg

Quais os sintomas físicos de uma crise de pânico?

Como se descreve acima, os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente (apesar de existir, mas fica difícil de se perceber). Os sintomas são como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". A reação natural é acionar os mecanismos de fuga. Diante do perigo, o organismo trata de aumentar a irrigação de sangue no cérebro e nos membros usados para fugir - em detrimento de outras partes do corpo, incluindo os orgãos sexuais.

Eles podem incluir : Contração / tensão muscular, rijeza Palpitações (o coração dispara) Tontura, atordoamento, náusea Dificuldade de respirar (boca seca) Calafrios ou ondas de calor, sudorese Sensação de "estar sonhando" ou distorções de percepção da realidade Terror - sensação de que algo inimaginavelmente horrível está prestes aacontecer e de que se está impotente para evitar tal acontecimento Confusão, pensamento rápido Medo de perder o controle, fazer algo embaraçoso Medo de morrer Vertigens ou sensação de debilidade Uma crise de pânico dura caracteristicamente vários minutos e é uma das situações mais angustiantes que podem ocorrer a alguém.

A maioria das pessoas que tem uma crise terá outras (se não tratar). Quando alguém tem crises repetidas ou sente muito ansioso, com medo de ter outra crise, diz-se que tem transtorno do pânico .

O que é o transtorno do pânico?

Transtorno do pânico é um problema sério de saúde. Este distúrbio é nitidamente diferente de outros tipos de ansiedade, caracterizando-se por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes e, frequentemente, incapacitantes. Depois de ter uma crise de pânico - por exemplo, enquanto dirige, fazendo compras em uma loja lotada ou dentro de um elevador - a pessoa pode desenvolver medos irracionais (chamados fobias) destas situações e começar a evitá-las. Gradativamente o nível de ansiedade e o medo de uma nova crise podem atingir proporções tais, que a pessoa com o transtorno do pânico pode se tornar incapaz de dirigir ou mesmo pôr o pé fora de casa.

Neste estágio, diz-se que a pessoa tem transtorno do pânico com agorafobia. Desta forma, o distúrbio do pânico pode ter um impacto tão grande na vida cotidiana de uma pessoa como outras doenças mais graves - a menos que ela receba tratamento eficaz e seja compreendida pelos demais.

O que causa o transtorno do pânico? Por que ele ocorre?

De acordo com uma das teorias, o sistema de "alerta" normal do organismo - o conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja a uma ameaça - tende a ser desencadeado desnecessariamente na crise de pânico, sem haver perigo iminente. Algumas pessoas são mais suscetíveis ao problema do que outras. Constatou-se que o T.P. ocorre com maior frequência em algumas famílias, e isto pode significar que há uma participação importante de um fator hereditário (genético) na determinação de quem desenvolverá o transtorno. Entretanto, muitas pessoas que desenvolvem este transtorno não tem nenhum antecedente familiar.

O cérebro produz substâncias chamadas neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação que ocorre entre os neurônios (células do sistema nervoso). Estas comunicações formam mensagens que irão determinar a execução de todas as atividades físicas e mentais de nosso organismo (ex: andar, pensar, memorizar, etc). Um desequilíbrio na produção destes neurotransmissores pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. Isto é exatamente o que ocorre em uma crise de pânico: existe uma informação incorreta alertando e preparando o organismo para uma ameaça ou perigo que na realidade não existe.

É como se tivéssemos um despertador que passa a tocar o alarme em horas totalmente inapropriadas. No caso do Transtorno do Pânico os neurotransmissores que encontram-se em desequilíbrio são: a serotonina e a noradrenalina.

Qual é a população atingida?

As pessoas que tem o T.P., em sua maioria, são pessoas jovens (faixa etária de 21 a 40 anos), que encontram-se na plenitude de suas vidas profissionais. O perfil da personalidade das pessoas que sofrem do T.P., costuma apresentar aspectos em comum: geralmente são pessoas extremamente produtivas à nível profissional, costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidades e afazeres, são bastantes exigentes consigo mesmos, não convivem bem com erros ou imprevistos, têm tendência a se preocuparem excessivamente com problemas cotidianos, alto nível de criatividade, perfecionismo, excessiva necessidade de estar no controle e de aprovação, auto-expectativas extremamente altas, pensamento rígido, competente e confiável, repressão de alguns ou todos os sentimentos negativos (os mais comuns são, o orgulho e a irritação), tendência a ignorar as necessidades físicas do corpo, entre outras.

Essa forma de ser acaba por predispor estas pessoas a situações de stress acentuado, fato este que pode levar ao aumento intenso da atividade de determinadas regiões do cérebro desencadeando assim um desequilíbrio bioquímico e consequentemente o aparecimento do T.P.. Vale ressaltar ainda que alguns medicamentos como anfetaminas (usados em dietas de emagrecimento) ou drogas (cocaína, maconha, crack, ecstasy, etc), podem aumentar a atividade e o medo promovendo alterações químicas que podem levar ao T.P..

Existe tratamento para este problema? Existe uma variedade de tratamentos para o T.P.. O mais importante neste aspecto é que se introduza um tratamento que vise restabelecer o equilíbrio bioquímico cerebral numa primeira etapa. Isto pode ser feito através de medicamentos seguros e que não produzam risco de dependência física dos pacientes. Numa segunda etapa prepara-se o paciente para que ele possa enfrentar seus limites e as adversidades vitais de uma maneira menos estressante. Em última análise, trata-se de estabelecer junto com o paciente uma nova forma de viver onde se priorize a busca de uma harmonia e equilíbrio pessoal. Uma abordagem psicoterápica específica deverá ser realizada com esse objetivo. O sucesso do tratamento está diretamente ligado ao engajamento do paciente com o mesmo. É importante que a pessoa que sofre de T.P. entenda todas as peculiaridades que envolvem este mal e que queira fazer uma boa "aliança terapêutica" com seu médico no sentido de juntos superarem todas as adversidades que poderão surgir na busca do seu equilíbrio pessoal.
Angela Monte - neuropsicológa

Essa foi uma matéria especial para esclarecer um pouco mais sobre a Síndrome do Pãnico.

Frase do Dia:Não há razão para termos medo das sombras. Apenas indicam que em algum lugar próximo brilha a luz.(Ruth Renkel)

Obrigado e comentem!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

NewsDance

Por: Gisleine Moreira, Sheila Gorski e Tamie Lor.
Para vizualizar em tamanho maior clique na imagem.

Descrição: Um Newsletter constituido de título, pequenos textos sobre dança em Curitiba. Abordará espetáculos, eventos, produtos, anúncios, etc.
Formato: Newsletter.
Objetivos: informar dançarinos, estudantes de dança, interessados e apreciadores de dança sobre ítens relacionados. Dar espaço para o conhecimento sobre dança.
Por que é diferenciado?: É um serviço rápido, informativo, com público delimitado e que direciona atenção exclusiva para dança e não artes em geral.
Periodicidade: O e-mail será enviado uma vez por semana.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Jornal do Buteco

Quem aqui já teve a ousada e por que não BRILHANTE idéia de fazer um jornal em um buteco??

Bom, nossa equipe teve. Espero que gostem.



Descrição: Uma sátira de telejornal com notícias absurdas e verídicas, porém gravado em um buteco de Curitiba na Rua XV de Novembro.

Objetivos: Apresentar uma sátira dos telejornais

Formato: Telejornal

Peridiocidade: Semanalmente

Por que é diferenciado?: Por que são notícias absurdas, é gravado em um buteco em pleno ar livre e os repórteres bebem durante a execução do programa.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Onde Estou?

Por: Gael Gonçalves



Foto:Gael





Essa foto foi tirada há algum tempo atrás.E que lugar seria esse?Quem acertar ganha um bombom(Os três primeiros que acertarem)!Deixem seus comentarios...

Frase do Dia:
"Não existe o esquecimento total: as pegadas impressas na alma são indestrutíveis." (Thomas De Quincey)


Boa semana!

Lembrem de comentar!!!!!!!!!!!!!!!